'Ditador' Aladeen reage ao boicote dos Óscares (COM VÍDEO)
O actor britânico Sacha Baron Cohen reagiu esta sexta-feira à notícia de que será barrado à entrada da cerimónia de entrega de Óscares, que terá lugar no domingo em Los Angeles (EUA), prometendo "consequências inimagináveis" se os bilhetes não aparecerem.
Para melhorar o efeito, o criador de 'Borat' gravou a mensagem em vídeo na pele do general-almirante Aladeen, o implacável líder de Wadiya, um país islâmico imaginário que interpreta no filme 'O Ditador', com estreia marcada para Maio nos EUA e em Portugal.
É justamente por 'ameaçar' aparecer na passadeira vermelha vestido como essa personagem que a Academia de Hollywood avisou que poderia suspender o seu convite, motivado pelo facto de integrar o elenco de 'A Invenção de Hugo'. filme de Martin Scorsese que tem o maior número de nomeações para as estatuetas douradas
"Em nome da nação de Wadiya, estou enfurecido por ser excluído dos Óscares pela Academia das Artes Cinematográficas e Sionistas. Embora aplauda a Academia por atentar contra o meu direito à liberdade de expressão, aviso que enfrentarão consequências inimagináveis se não levantarem o bloqueio", disse Sacha Baron Cohen.
Nesse discurso, Aladeen mencionou alguns clássicos do cinema do seu país imaginário, como 'When Harry Kidnapped Sally' ['Quando Harry Raptou Sally'], 'You've Got Mailbomb' ['Tens Correio Armadilhado'] e 'Planet of the Rapes' ['Planeta das Violações'], queixando-se da forma como foram ignorados aquando da atribuição dos Óscares.
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