Eça de Queiroz vai ser trasladado “em breve” para o Panteão

Marcelo Rebelo de Sousa anuncia trasladação dos restos mortais do escritor.

14 de abril de 2023 às 08:26
Eça de Queiroz Foto: DR
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Mais de um século depois da morte de Eça de Queiroz, os restos mortais do escritor vão ser trasladados “em breve” para o Panteão Nacional, em Lisboa.

O anúncio foi feito pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, quando discursava no Centro de Congressos de Lisboa, na tomada de posse dos novos órgãos sociais da Confederação Empresarial de Portugal (CIP). Cabe ao Parlamento definir a data.

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Recorde-se que, em janeiro de 2021, a Assembleia da República já tinha aprovado, por unanimidade, um projeto de resolução do PS para “conceder honras de Panteão Nacional aos restos mortais de José Maria Eça de Queiroz, em reconhecimento e homenagem pela obra literária ímpar e determinante na história da literatura portuguesa”. A resolução surgiu na sequência de um repto lançado pela Fundação Eça de Queiroz, nos termos da lei que define e regula as honras de Panteão Nacional.

Eça de Queiroz morreu a 16 de agosto de 1900 e foi sepultado em Lisboa. Em setembro de 1989 os seus restos mortais foram transportados do Cemitério do Alto de São João, na capital, para um jazigo de família, no Cemitério de Santa Cruz do Douro, em Baião.

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Mais de um século depois da morte de Eça de Queiroz, os restos mortais do escritor vão ser trasladados “em breve” para o Panteão Nacional, em Lisboa.

O anúncio foi feito pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, quando discursava no Centro de Congressos de Lisboa, na tomada de posse dos novos órgãos sociais da Confederação Empresarial de Portugal (CIP). Cabe ao Parlamento definir a data.

Recorde-se que, em janeiro de 2021, a Assembleia da República já tinha aprovado, por unanimidade, um projeto de resolução do PS para “conceder honras de Panteão Nacional aos restos mortais de José Maria Eça de Queiroz, em reconhecimento e homenagem pela obra literária ímpar e determinante na história da literatura portuguesa”. A resolução surgiu na sequência de um repto lançado pela Fundação Eça de Queiroz, nos termos da lei que define e regula as honras de Panteão Nacional.

Eça de Queiroz morreu a 16 de agosto de 1900 e foi sepultado em Lisboa. Em setembro de 1989 os seus restos mortais foram transportados do Cemitério do Alto de São João, na capital, para um jazigo de família, no Cemitério de Santa Cruz do Douro, em Baião.

PORMENORES

Nascido na Póvoa de Varzim, em 1845, Eça assinou, entre outras obra, ‘Os Maias’, ‘O Crime do Padre Amaro’ ou ‘A Relíquia’.

O escritor morreu na sua casa de Neuilly-sur-Seine, perto de Paris, acredita-se que vítima de um tumor maligno ou de um problema no pâncreas.

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Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Guerra Junqueiro ou Amália Rodrigues são alguns dos ilustres homenageados no Panteão.

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