“Este é mesmo o fim da trilogia”

Depois de um intervalo de dez anos, eis que ‘Woody’ e ‘Buzz’ voltam ao grande ecrã. E com um amigo novo, muito vaidoso e divertidíssimo: ‘Ken’, sim, o da ‘Barbie’...

13 de julho de 2010 às 00:30
“Este é mesmo o fim da trilogia” Foto: Pedro Rocha
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‘Toy Story 3’ só estreia dia 29 nas salas nacionais, mas o realizador Lee Unkrich e a produtora Darla K. Anderson estão em Portugal para promover o filme, e ontem falaram com os jornalistas, em Lisboa.

Nos EUA, onde estreou a 18 de Junho, a história dos bonecos que ganham vida quando ninguém está a olhar – que é exibida a duas e a três dimensões – já fez uma bilheteira de 269 milhões de euros. E cedo se pagou, considerando o orçamento de 158 milhões.

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Para Darla K. Anderson, o terceiro episódio "é mesmo o último da trilogia." Em 1999, depois de ‘Toy Story 2’, "queríamos logo fazer o terceiro", lembra o realizador Lee Unkrich. "Mas devido aos problemas entre a Disney e a Pixar o projecto ficou adiado." Ultrapassadas as divergências, com a aquisição da Pixar pela Disney, em 2006, a animação retomou o seu curso e, diz o cineasta, "o atraso até foi bom porque nos deu a ideia de pôr o ‘Andy’ (o rapaz dono dos bonecos) mais velho, já a ir para a faculdade." Num cenário onde "o 3D veio para ficar", Unkrich garante no entanto que apostou mais "na profundidade do que em pôr coisas a saltar do ecrã. Para não distrair da história que se está a contar."

‘Toy Story 3’ é um desfecho em beleza, mesmo com as críticas de homofobia das mais feministas que não gostaram de ver ‘Ken’ com trejeitos gay. "Ele é mas é vaidoso e será sempre um boneco de meninas", frisa ao CM o cineasta.

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