Êxito destaca Mexefest, Xutos, ‘Anna Karenina’ e tunas (COM VÍDEOS)

Muita e boa música, grandes estreias no cinema, tunas e teatro de qualidade, o ‘Êxito’ apresenta um lote de sugestões que não vai querer perder.

06 de dezembro de 2012 às 10:30
êxito, cultura, música, cinema, tunas, teatro, xutos, mexefest, steve vai, anna karenina, amanhecer violento, antónio zambujo Foto: Sérgio Lemos
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O Vodafone Mexefest está de regresso a Lisboa para dois dias sem parar. No total, são mais de 70 concertos em 12 salas. Django Django, Samuel Úria, James Iha, Cody Chesnutt ou Little Boots, são apenas alguns dos nomes que animam o festival.

Lisboa vai ainda ser palco de dois concertos muito esperados. Os Xutos e Pontapés encerram no Campo Pequeno a digressão ‘O Cerco Continua’ e prometem novidades. Já António Zambujo chega ao Coliseu dos Recreios, numa altura em ‘Quinto’ entra na lista de melhores discos do ano.

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O regresso a Portugal do guitarrista Steve Vai ocorre em dose dupla. O norte-americano actua no Hard Club, no Porto (dia 11), e na Aula Magna, em Lisboa (12).

Nos livros, a trilogia ‘As Cinquentas Sombras’ é um sucesso de vendas. A britânica E. L. James explica ao ‘Êxito’ a inspiração para criar os tórridos romances com laivos de sadomasoquismo.

‘Anna Karenina’ é a aposta forte do cinema nesta quinta-feira. A história de Leo Tolstoi chega às telas pela mão do realizador Joe Wright. Numa readaptação da obra de John Millius, ‘Amanhecer Violento’ põe em questão o modelo de ditadura. E para toda a família, estreia ‘Sininho e o Segredo das Fadas’, um filme inspirado no conto de Charles Dickens.

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As festas académicas não param. Em Lisboa, a Tuna Feminina do Instituto Superior Técnico assinala 18 anos de existência com um espectáculo. Já em Barcelos, A Tuna Académica do Instituto Politécnico do Cávado e Ave organiza o VII ‘Barca-Celi’.

O Teatro Rápido, em Lisboa, apresenta quatro novas propostas para o mês de Dezembro. Sob o tema ‘Ouro, Incenso e Birra’, debate-se o Natal a rir ou com drama. O Teatro Nacional São João, no Porto, leva a palco ‘Casas Pardas’. Lisboa nos anos sessenta regressa ao cinzento do salazarismo.

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