Fado está de volta às ruas de Cascais

Iniciativa arrancou dia 28 de junho e já tem programação até 13 de setembro em vários locais públicos.

11 de julho de 2026 às 01:30
Beatriz Vilar e Miguel Capucho estiveram nas duas primeiras apresentações Foto: Direitos Reservados
Beatriz Vilar e Miguel Capucho estiveram nas duas primeiras apresentações Foto: Direitos Reservados

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Escadarias históricas, largos e jardins em Cascais transformam-se este verão a em palcos naturais para acolher tardes e noites de fado de forma gratuita. A iniciativa, 'A Rua do Fado', promovida pela Câmara Municipal, em parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Cascais, arrancou dia 28 de junho e segue até 13 de setembro com  alguns dos mais relevantes nomes da canção de Lisboa. "A Rua do Fado nasceu da convicção de que a cultura deve ser vivida por todos e de que o Fado pertence às pessoas", diz Miguel Capucho, também ele fadista e mentor e diretor artístico da iniciativa. "O Rua do fado pretende afirmar-se como uma iniciativa permanente de valorização do património cultural de Cascais, promovendo o encontro entre residentes e visitantes através da música, da memória e da ocupação qualificada do espaço público", diz. 

Depois das duas primeiras sessões, a 28 de junho e 5 de julho (no Largo da Misericórdia e no Largo Cidade da Vitória, respetivamente), os concertos chegam ao Largo Camões com Gonçalo Castelo Branco e Inês Vasconcelos dia 19 deste mês; ao Largo Praia da Rainha com Miguel Capucho e Maura Airez, dia 2 de Agosto; ao Jardim Visconde da Luz com Hélder Moutinho e Célia Leiria, dia 16 de Agosto, e ao Passeio Dona Maria Pia com Gonçalo Castelo Branco e Maura Airez, dia 13 de setembro. Outras datas serão anunciadas em breve. 

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Vale lembrar que a 'Rua do Fado' representa o reencontro de Cascais com uma parte fundamental da sua identidade. Ao longo da sua história, a vila acolheu algumas das maiores figuras do fado português, entre elas Amália Rodrigues, Carlos Zel e Manuel de Almeida, mantendo uma ligação histórica a uma expressão artística que continua a ser identitária do povo português.                        

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