Faro evoca centenário do poeta António Ramos Rosa
Algarvio publicou mais de 50 obras e é visto como um artista do visual.
Assinalou-se esta quinta-feira o centenário do nascimento do poeta farense António Ramos Rosa (1924-2013), considerado um dos mais importantes poetas do século XX. Com mais de 50 obras publicadas, foi um crítico assumido da ditadura do Estado Novo e visto como um artista do visual.
Para homenagear a sua obra a autarquia de Faro inaugurou, na quarta-feira, uma exposição na biblioteca da cidade, à qual o autor dá nome. Realizaram-se ainda, nos últimos dois dias, várias conferências sobre a sua vida e obra, com a presença de poetas convidados.
"Marcou o séc. XX de uma maneira muito pessoal, ele na poesia tinha uma magia", disse ao Correio da Manhã o poeta Fernando Pinto Amaral.
Por ocasião do centenário, João Luís Barreto Guimarães foi ontem anunciado como o vencedor da primeira edição do Grande Prémio de Poesia António Ramos Rosa. A distinção, no valor de 12 500 euros, premeia "o tom irónico e melancólico" da escrita poética da obra do autor de ‘Aberto Todos os Dias’.
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