Feira de arte no Rio de Janeiro conta com galerias portuguesas
A primeira edição da feira internacional de arte contemporânea no Rio de Janeiro, ArtRio, pretende atingir o topo das mais importantes feiras do mundo e tem como destaque as galerias de arte portuguesas.<br/><br/>
Brenda Valansi Osório, uma das autoras do evento disse à agência Lusa: “A feira veio para ficar. O Rio de Janeiro é o berço dos principais artistas contemporâneos do país.”
O objectivo é gerar um volume de negócios de cerca de 43 milhões de euros, atrair um público de 20 mil visitantes durante os cinco dias de evento que vai até domingo e que começou na passada quinta-feira e seduzir um público diversificado, formado não apenas por coleccionadores, marchands, jornalistas ou apreciadores de arte mas também por pessoas que se interessam por arte.
O ArtRio já se firmou no calendário oficial da cidade e terá edições anuais no Rio de Janeiro: “A ideia é que a feira esteja dentro do calendário dos coleccionadores e das principais instituições. Que seja um evento que as pessoas do meio de arte coloquem na sua agenda anualmente e venham sempre, acrescentou Valansi.
A feira conta com a presença de espaços internacionais como Tristian Koenig(Austrália), Crone(Alemanha, Bendana-Pinel(França) e Magnan Metz(EUA.
De Portugal estão presentes as galerias Mário Sequeira, Nuno Centena, Filomena Soares, 3+1 Arte Contemporânea, Vera Côrtes Art Agency, Baginski Galeria Projectos e Cristina Guerra Contemporary Art.
Maria Miguel, representante da Galeria Mário Sequeira disse à Lusa aposta no mercado brasileiro de coleccionadores de arte por causa da crise que atingiu o mercado de arte em Portugal.
O público poderá ver obras de Picasso,Volpi,Jonh Baldessari,Thomas Broomé, Lygia Clark, Helio, Oiticica, Nuno Ramos, Waltercio Caldas e Carlos Vergara, José Bechara, Maria Nepomuceno, Carlito Carvalhosa, entre outros.
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