Festa do Teatro arranca esta quinta-feira em Almada

Festival apresenta 19 espetáculos teatrais e inclui 17 concertos. Prossegue até 18 deste mês.

04 de julho de 2024 às 01:30
Imagem Imagem.jpg (21779178) (Milenium) Foto: rui mateus
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Dezanove espetáculos de teatro e 17 concertos compõem a programação da 41.ª edição do Festival de Almada, que arranca hoje – e se prolonga até 18 – naquela cidade da Margem Sul. A iniciativa da Companhia de Teatro de Almada (CTA) começa esta quinta-feira com ‘Terminal (O Estado do Mundo)’, pela companhia Formiga Atómica (a ver no Palco Grande da Escola António da Costa), e prossegue amanhã com ‘Além da Dor’ (de Rodrigo Francisco a partir de um texto celebrado de Alexander Zeldin) e ‘Fonte da Raiva’, texto e encenação de Cucha Carvalheiro – ambos para ver no Teatro Joaquim Benite. Projetos muito diversos que ilustram uma programação “profundamente eclética”, conforme sublinha o diretor do evento.

Rodrigo Francisco encara o festival como espaço de “encontro com quem tem formas muito diferentes de pensar da companhia” e chama a atenção para, no ano em que se assinala o 50.º aniversário do 25 de Abril, a CTA prestar homenagem à companhia de teatro A Barraca. O grupo de Maria do Céu Guerra e Hélder Costa é objeto de uma instalação intitulada ‘Um sonho de Federico García Lorca nasce em Lisboa’, que José Manuel Castanheira está a apresentar na Escola António da Costa.

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Dezanove espetáculos de teatro e 17 concertos compõem a programação da 41.ª edição do Festival de Almada, que arranca hoje – e se prolonga até 18 – naquela cidade da Margem Sul. A iniciativa da Companhia de Teatro de Almada (CTA) começa esta quinta-feira com ‘Terminal (O Estado do Mundo)’, pela companhia Formiga Atómica (a ver no Palco Grande da Escola António da Costa), e prossegue amanhã com ‘Além da Dor’ (de Rodrigo Francisco a partir de um texto celebrado de Alexander Zeldin) e ‘Fonte da Raiva’, texto e encenação de Cucha Carvalheiro – ambos para ver no Teatro Joaquim Benite. Projetos muito diversos que ilustram uma programação “profundamente eclética”, conforme sublinha o diretor do evento.

Rodrigo Francisco encara o festival como espaço de “encontro com quem tem formas muito diferentes de pensar da companhia” e chama a atenção para, no ano em que se assinala o 50.º aniversário do 25 de Abril, a CTA prestar homenagem à companhia de teatro A Barraca. O grupo de Maria do Céu Guerra e Hélder Costa é objeto de uma instalação intitulada ‘Um sonho de Federico García Lorca nasce em Lisboa’, que José Manuel Castanheira está a apresentar na Escola António da Costa.

DESTAQUES

‘1001 Noites – Irmã Palestina’, de Olga Roriz e João Brites, 

é para ver na Escola António Costa no próximo sábado, dia 6.

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A companhia Artistas Unidos leva a Almada ‘Remédio’, de Enda Walsh, numa encenação 

de António Simão. No Fórum Romeu Correia de 11 a 17.

Robert Wilson apresenta ‘Relative Calm’ no Centro Cultural de Belém dias 12 e 13. Espetáculo com coreografia de Lucinda Childs.

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