Festival F espera chegar aos 60 mil vistantes

Último festival de verão tem data extra, que coincide com o dia da cidade de Faro.

23 de agosto de 2025 às 01:30
Pedro Abrunhosa Foto: Direitos Reservados
Pedro Abrunhosa Foto: Direitos Reservados
Sam the Kid estreia-se no Festival F Foto: Direitos Reservados
Lena D’Água estreia-se no Festival F Foto: Direitos Reservados
Os Quatro e Meia estreiam-se no Festival F Foto: Direitos Reservados

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Já se contam os dias para o Festival F, em Faro. Conhecido, no País, como “o último grande festival de verão”, o evento chega em 2025 à 10.ª edição e, para celebrar o número redondo, vai ter um dia extra. Em vez dos tradicionais três dias, haverá quatro, sendo que o último coincide com as festas da cidade de Faro. Assim, de 4 a 7 de setembro, preparem-se os festivaleiros para “cerca de 100 atuações”, incluindo as de Diogo Piçarra, Bárbara Bandeira, Ana Moura, Pedro Abrunhosa e Dino D’Santiago com a Orquestra do Algarve, distribuídas por nove palcos espalhados pela cidade velha.

“O festival mantém o espírito de sempre: gostamos de mudar os artistas, de renovar os cartazes, de apostar no novo – incluindo os valores locais –, mas é evidente que, em dez anos, é impossível não repetir nomes”, sublinha Gil Silva, diretor do Festival F. Que acrescenta que, “nesta edição há muitas estreias”, incluindo Lena D’Água, Entre Aspas, Sam the Kid, Tara Perdida e Quatro e Meia.

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Quanto aos números, as expectativas são as melhores. “Estamos a vender mais do que em anos anteriores, até porque o último dia, que é domingo, tem um preço especial, mais em conta, que está a estimular muito a procura”, revela Gil Silva. “Se em três dias costumávamos receber aqui 40 mil pessoas, nesta edição esperamos acolher entre 50 e 60 mil festivaleiros”, indica. “Além de que não temos só música: continua a haver uma forte aposta na programação paralela, incluindo exposições, sessões de poesia, artes performativas, atividades para crianças, tertúlias. Quem quiser cá vir, a partir das 18h00 há sempre alguma coisa a acontecer”, conclui Gil Silva.

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