Investigação revela mais de 50 artistas salvos do nazismo por Aristides de Sousa Mendes
Cônsul de Portugal em Bordéus em 1940, emitiu vistos a milhares de pessoas em fuga, revela a investigadora Ana Cristina Luz.
Mais de meia centena de músicos, atores, escritores, jornalistas foram salvos do Holocausto por Aristides de Sousa Mendes, cônsul de Portugal em Bordéus em 1940, que emitiu vistos a milhares de pessoas em fuga, revela a investigadora Ana Cristina Luz.
"A Lista de Aristides de Sousa Mendes", agora publicada em livro, conta a história dos fugitivos que receberam um visto do cônsul para viajarem até Portugal, seguindo depois para países da América do Sul, para os Estados Estados Unidos da América e o Canadá, onde prosseguiram carreiras ligadas às artes e à cultura.
O pintor catalão Salvador Dalí e a mulher Gala, o ator norte-americano Robert Montgomery, o pianista polaco Witold Malcuzynski e a escritora francesa Tereska Torrès são alguns dos casos que constam da lista organizada por Ana Cristina Luz, de Leiria, no âmbito do trabalho de mestrado em Mediação Cultural e Literária, da Universidade do Minho.
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