Cinema: Albano Jerónimo e Isabel Abreu loucos por amor

O novo filme de Sandro Aguilar, 'Primeira Pessoa do Plural', já está nas salas.

22 de fevereiro de 2026 às 01:30
Albano Jerónimo e Isabel Abreu em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Albano Jerónimo e Isabel Abreu em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Isabel Abreu em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Albano Jerónimo em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Isabel Abreu (e Albano Jerónimo de costas) em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Albano Jerónimo em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Albano Jerónimo e Eduardo Aguilar em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Albano Jerónimo em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Albano Jerónimo em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar
Isabel Abreu e Albano Jerónimo em 'Primeira Pessoa do Plural', de Sandro Aguilar

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O amor desmedido e o sofrimento provocado pelamorte são temas centrais do filme que o realizador Sandro Aguilar acaba de estrear nas salas de cinema – ‘Primeira Pessoa do Plural’ –, no qual o criador diz ter dado “continuidade a um trabalho sobre a ausência e o luto dentro de um microcosmos familiar”.

A obra, sem história que se possa contar, é, admite o cineasta, “uma máquina de produção de ambiguidade”. “Cada espectador terá um entendimento diferente daquilo que vê e isso é propositado”, admite Sandro Aguilar ao CM. “Não pretendo afirmar nada, mas espero que esse facto não provoque ansiedade aos espectadores, mas antes lhes estimule a imaginação.”

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Ao longo de uma hora e 59 minutos – que seguimos como se fosse um sonho –, acompanhamos as deambulações de um casal (interpretado pelos atores Isabel Abreu e Albano Jerónimo), aparentemente a braços com uma dor profunda. O casal, unido por um amor obsessivo, tenta lidar com a dor da perda enquanto sonha com uma viagem a um lugar exótico que os faça esquecer tudo. No seio familiar há ainda um adolescente (interpretado por Eduardo Aguilar) que tenta encontrar o seu espaço entre o mundo dito normal e uns pais que não lhe seguem as regras.

“Este filme destina-se a espectadores que gostam de explorar universos não totalmente compreensíveis e gostaria muito que fosse visto”, conclui o realizador.

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