LUA CHEIA E MAGIA FELINA

Depois de mais de 20 anos a fio em Londres e em Nova Iorque, e muitas digressões pelos EUA e Europa, o musical de Lloyd Webber chegou quarta-feira a Lisboa com a sua horda de gatos. Ao contrário do género ‘operático’, em que existe um enredo, este ‘dancical’, hábil no clima que constrói, acaba por se resumir a uma série de números mais ou menos soltos.

08 de outubro de 2004 às 00:00
LUA CHEIA E MAGIA FELINA Foto: Tiago Sousa Dias
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Um monte de lixo iluminado por uma lua cheia, é o terreno onde desfilam gatos, gatinhas e gatões. Entre luzes cintilantes, e fogo-de-artifício, o desfile de personagens de garras afiadas vai enchendo o palco com as suas danças e canções. De salto em salto e de nota em nota, ‘Cats’ funciona pelo seu equilíbrio formal e impacto dos conjuntos coreográficos. E também pela entrega das três dezenas de corpos cuidadamente vestidos e maquilhados. Um fórum felino de peso numa lixeira que ganha uma vida muito especial quando a lua começa a comandar os destinos dos bichos noctívagos.

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