Madonna pede libertação das Pussy Riot

<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri"></font><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt"><font face="Calibri"></font><p align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt">Mais de uma centena de músicos famosos, incluindo Madonna, Adele, Elton John, Bono ou Sting, lançaram esta segunda-feira um apelo a favor da libertação das duas cantoras do grupo Pussy Riot presas na Rússia.

22 de julho de 2013 às 21:38
Cultura, Música, polémica, Pussy Riot, Madonna Foto: Reuters
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Entre as celebridades do mundo da música que assinaram o apelo, coordenado pela Amnistia Internacional, figuram ainda Bryan Adams, Joan Baez, Björk, Tracy Chapman, The Clash, Peter Gabriel, PJ Harvey, Billy Joel, Angelique Kidjo, Mark Knopfler, Annie Lennox, Massive Attack, Alanis Morissette, Youssou N'Dour, Yoko Ono, Radiohead, Patti Smith e Bruce Springsteen.

Numa carta aberta dirigida às duas cantoras do grupo contestatário russo, Maria Alekhina, de 25 anos, e Nadejda Tolokonnikova, de 23 anos, os músicos dão conta do seu apoio e denunciam um “processo terrivelmente iníquo”.

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O apelo surge na semana em que está prevista a realização de audiências para analisar a eventual libertação condicional das duas mulheres.

Maria Alekhina e Nadejda Tolokonnikova foram detidas em fevereiro de 2012 por terem cantado uma canção contra o então primeiro-ministro e atual presidente da Rússia, Vladimir Putin, na catedral de Moscovo. O grupo pretendia denunciar a cumplicidade entre a igreja ortodoxa e o poder político.

As jovens foram condenadas em agosto de 2012 a dois anos de trabalhos forçados. Uma terceira integrante do grupo, também condenada na mesma altura foi entretanto posta em liberdade condicional.

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