Meio século a "fazer teatro que apaixona"

Trigo Limpo Teatro Acert celebra 50 anos de existência.

16 de fevereiro de 2026 às 01:30
'A Viagem do Elefante' é um dos espetáculos mais emblemáticos do Trigo Limpo Teatro Acert
'A Viagem do Elefante' é um dos espetáculos mais emblemáticos do Trigo Limpo Teatro Acert
'A Viagem do Elefante' é um dos espetáculos mais emblemáticos do Trigo Limpo Teatro Acert
Trigo Limpo Teatro Acert celebra 50 anos de existência
Trigo Limpo Teatro Acert celebra 50 anos de existência
Trigo Limpo Teatro Acert celebra 50 anos de existência

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O que em 1976 começou como um grupo de teatro de amadores em Tondela, passou em 1979 a associação cultural em 1979 e em 1987 semiprofissionalizou-se. O Trigo Limpo Teatro Acert – que este ano está a celebrar 50 anos de existência – é um projeto que nasceu da vontade de descentralizar a cultura em Portugal e se afirma, em 2026, como uma força criativa consistente, com impacto nacional e internacional.

Ao CM, o diretor artístico Pompeu José admite que, mesmo com meio século de existência, “as dificuldades persistem e são as mesmas para todas as companhias: saber se o apoio da DGARtes vem, ou não, a cada ano”. “Sofremos com isso, mas as alegrias compensam-nos largamente”, garante o também ator e encenador, que atualmente gere uma equipa de 16 pessoas e trabalha para uma comunidade que estravasa a região. “Sentimos que o nosso trabalho corresponde às expectativas do público e temos orgulho em afirmar que fazemos serviço público.

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As nossas produções rodam: só neste ano temos agendadas 70 apresentações fora de casa, incluindo passagens por Macau e pela Guiné Bissau”, elucida. Com mais de 150 produções no currículo, o Trigo Limpo Teatro Acert tem um só lema: partilhar aquilo que ama. “Onosso conceito é mostrar aos outros aquilo que gostamos de ver, o teatro que nos apaixona”, explica Pompeu José. Num ano todo ele de festa e celebração, o Trigo Limpo Teatro Acert tem prevista, para maio, a estreia da primeira grande aposta da temporada: ‘Carrossel’. “É um texto encomendado a Pedro Leitão e que corresponde à nossa necessidade de refletir sobre o nosso percurso”, afirma o responsável. Prevista está também a 32.ª edição do festival Finta, que espera mais dois mil espectadores em seis dias. “Não se pode é parar”, conclui Pompeu José.

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