'Melania' atraiu 727 portugueses na estreia

Filme foi visto por uma média de seis pessoas em cada sessão. É o documentário mais caro de sempre: custou 63 milhões de euros.

03 de fevereiro de 2026 às 01:30
Documentário 'Melania' suscitou pouco interesse em Portugal
Uma média de seis pessoas viram o filme no fim de semana de estreia
Obra foi rodada nos dias que antecederam a tomada de posse de Trump em 2025
Produtora de Melania Trump também meteu dinheiro na produção
Nos EUA, 'Melania' teve 600 mil espectadores no fim de semana de estreia
Filme vai ser transposto para série de televisão
Obra custou mais de 63 milhões de euros
Muitos técnicos recusaram ter o nome na ficha artística de 'Melania'
Crítica arrasou 'Melania'
Melania Trump é ex-modelo e atual primeira-dama dos Estados Unidos

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O documentário ‘Melania’, de Brett Ratner, que acompanha a primeira-dama dos Estados Unidos dias antes da tomada de posse de Donald Trump em 2025, foi visto por 727 espectadores no fim de semana de estreia em Portugal – o que equivale a uma média de seis pessoas por sessão em três dias (tendo em conta que estreou em 25 salas e teve 121 sessões). Os dados foram revelados pelo Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA).

Estreada mundialmente na sexta-feira, 30, a obra – que está a ser anunciada como “o documentário mais caro alguma vez realizado” (custou 33,7 milhões a produzir e teve um orçamento de mais 29,5 milhões para marketing e publicidade) – foi destruído pela crítica e muitos dos técnicos que nele trabalharam recusaram-se a ter o nome na ficha técnica, por o considerarem uma manobra auto-promocional de Donald Trump. No entanto, o público, curioso, acorreu à estreia nos Estados Unidos, onde foi visto por 600 mil pessoas e encaixou quase 6 milhões de euros em receita de bilheteira. Segundo o site ‘Deadline’, é o melhor resultado para um documentário obtido na última década.

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Produzido pela Amazon MGM Studios em colaboração com a Muse Films (produtora da ex-modelo e mulher de Trump), resta agora saber se, após a curiosidade inicial, vai manter corrente de público suficiente para cobrir os gastos... O crítico da ‘Variety’, Owen Gleiberman, escreveu que era “tão orquestrado, maquilhado e encenado que mais se assemelha a um anúncio publicitário”, enquanto William Thomas, da ‘Empire’ lhe chamou “um retrato complacente e bajulador da atual administração americana, travestida de reality-show mal amanhado”. Depois da passagem pelos cinemas, atenção que se segue uma versão em série televisiva documental, a estrear-se no final deste ano.

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