Michael Jackson "suicidou-se"
O argumento de defesa do médico de Michael Jackson, Conrad Murray, será que o cantor se terá suicidado.
De acordo com o site TMZ, Murray alegará que a dose de Propofol que lhe administrou apenas lhe permitiria dormir por cinco ou dez minutos e que só foi fatal devido à presença prévia de outras substâncias no seu organismo, como o Ativan e Versed.
No período que se seguiu à administração da droga, o médico teria permanecido no quarto do cantor e feito telefonemas porque Jackson gostava de ter movimento no quarto, chegando muitas vezes a dormir com as luzes acesas e a televisão ligada.
Durante os dois minutos em que Murray se ausentou do quarto para ir à casa de banho, o rei da pop teria acordado e ter-se-ía injectado por via intra-venosa com uma dose exagerada de Propofol, o que fez com que o seu coração parasse.
Quando Conrad Murray voltou ao quarto, ainda tentou fazer reanimação cárdio-respiratória, mas Michael Jacksdon já estaria com os olhos abertos e as pupilas dilatadas.
Entretanto, a TMZ já veio corroborar a história, dado que descobriu que Jackson era viciado em coca-cola, um refrigerante que contém uma grande dose de cafeína e lhe tirava o sono, e posteriormente recorria a substâncias como Propofol para conseguir dormir.
Michael Jackson faleceu na manhã de 25 de Junho de 2009 devido a uma dose letal do anestésico Propofol, conforme relatório de autópsia.
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