Muse conquistam fãs com noite memorável

Banda britânica volta a subir ao palco esta terça-feira em Lisboa.

03 de maio de 2016 às 08:03
Muse, música, MEO Arena, Lisboa Foto: João Miguel Rodrigues
Muse, música, MEO Arena, Lisboa Foto: João Miguel Rodrigues
Muse, música, MEO Arena, Lisboa Foto: João Miguel Rodrigues
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Muse, música, MEO Arena, Lisboa Foto: João Miguel Rodrigues
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Os Muse foram, esta segunda-feira, em Lisboa, os protagonistas de uma noite memorável para o público que encheu o MEO Arena. Envolvidos por um ambiente escaldante, Matt Bellamy e os seus companheiros mostraram que um concerto da 

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Os Muse foram, esta segunda-feira, em Lisboa, os protagonistas de uma noite memorável para o público que encheu o MEO Arena. Envolvidos por um ambiente escaldante, Matt Bellamy e os seus companheiros mostraram que um concerto da Drones World Tour pode ser muito mais do que um simples espetáculo musical. 

Centrados num palco giratório a 360º, com duas mangas a atravessarem a plateia da sala lisboeta para um contacto mais direto com os fãs, o trio britânico ofereceu uma atuação que conquistou a plateia desde o primeiro monento. Foram 20 canções selecionadas ao pormenor para uma noite que se queria emocionante.

Apostando num cenário com uma forte componente visual, com drones telecomandados a pairarem sobre o palco, os Muse passearam os melhores temas dos seus sete discos de originais, com especial destaque para o álbum que dá título à digressão. 

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Drones e Psycho deram o tiro de partida para uma noite de loucura para a maioria dos fãs, para depois atacarem Dead Inside. O público ficou nas mãos dos Muse, com o grupo a aproveitar todas as oportunidades para tornar aquela atuação inesquecível. Nem mesmo os 20 minutos de atraso da entrada da banda em cena sobre a hora marcada travaram o entusiasmo dos admiradores.

Um dos momentos mais espectaculares da noite surge com 

Um dos momentos mais espectaculares da noite surge com The Handler. Duas mãos gigantescas, refletidas nas telas suspensas sobre o palco, fizeram de Matt Bellamy e do baixista Christopher Wolstenholme autênticas marionetas, com os "fios" a comandarem os movimentos de ambos os músicos.

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Supermassive Black Hole testa a afinação das gargantas dos fãs, com pleno sucesso, e prepara a entrada paraa segunda parte do concerto. Aos primeiros acordes de Starlight, a sala vem literalmente abaixo, com gigantescos balões a bombardearem o público. 

Bateria e guitarra entram em duelo em 

Bateria e guitarra entram em duelo em Munich Jam, em jeito de aperitivo para a entrada de Madness. É um final de noite em grande, a que se sucedem HysteriaTime is Running Out e Uprising a convidarem as pessoas a entrarem em total comunhão com o som dos Muse. The Globalist dá por finda a atuação, não sem antes uma nave espacial, dirão uns, ou um foguetão, dirão os mais distraídos, a sobrevoar a plateia.

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Já em encoreTake a Bow e Mercy revelam o trio envolto por uma nuvem de confettis, antes de o grupo se despedir com Knights of Cydonia, num ambiente de êxtase total. Falhou apenas o som deficiente que envolveu o antigo Pavilhão Atlântico, mais sentido nos balcões do que na plateia.

Os Muse regressam esta terça-feira, às 20h00, ao MEO Arena, para outra noite que promete levar muitos fãs à loucura. De recordar que os bilhetes, já esgotados, custavam entre os 35 e os 50 euros.

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