Nem tudo o que reluz é ouro

A Feira da Moita terminou domingo. Tal como na véspera, a lotação ficou aquém, sendo que tais datas não eram tradição (era de segunda a quinta, e, há quatro anos, também sexta, quando o moitense Luís Procuna se encerrou com seis touros, em excelente entrada de público!).

19 de setembro de 2012 às 01:00
Nem tudo o que reluz é ouro
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O toureio a pé gerou entusiasmo, com Enrique Ponce (quelição!), ‘Pedrito’, e, no sábado, com ‘Procuna’, que venceu dois difíceis touros de Conde Cabral, em escandaloso areal (domingo, tiraram três camionetas de areia, e pena não o tenham feito na véspera…), muito se comentando que os três toureiros deveriam ter estado no mesmo cartel.

Esta Feira deixa temas a reflectir, porque nem tudo o que reluz é ouro. Vieram Picadores de Espanha para nada, e Ponce, Figura mundial há mais de 20 anos, disse-se enganado por um colega. Mas há mais para as tertúlias, se quiserem saber as verdades, que já têm anos…

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