Reviver tudo numa só noite outra vez
Banda de Luís Represas, Manuel Faria e João Gil faz esta sexta-feira o primeiro de uma série de concertos de reunião para celebrar com os fãs os 50 anos da estreia.
O desafio é único e ambicioso, como todos aqueles a que os Trovante se propuseram ao longo do inigualável trajeto na música portuguesa: ‘viver tudo numa noite’, mote nascido de um verso de ‘Memórias de Um Beijo’, um dos muitos êxitos do grupo. A primeira de quatro noites que se querem memoráveis acontece esta sexta-feira, no Meo Arena, em Lisboa. “As pessoas vão ver o Trovante no seu estado mais puro, tal como era há 40 anos. Não vai haver nenhuma reconstrução nem arranjos novos, são as canções tal como sempre foram, porque é assim que as pessoas as querem ouvir. Quem já viu, quem nunca deixou de nos ouvir, vai poder reviver os momentos que passou, o que sentiu com os nossos temas”, lembra Luís Represas, vocalista do grupo.
O mote para esta reunião em palco foram os 50 anos que já se passaram sobre a estreia do grupo. A correria ás bilheteiras, assim que foi anunciado o primeiro espectáculo, mudou os planos: afinal, não será tudo numa noite: A festa repete-se este sábado em Lisboa, na mesma sala e nos dias 27 e 28 nõ Pavilhão Rosa Mota, no Porto.
Além das músicas incontornáveis, há a magia que acontece quando as personalidades que as escreveram se encontram: “Ensaios só nos últimos dias. É esperar que a dinâmica coletiva resolva: os olhares, a cumplicidade, a forma como nos entendemos só de olharmos uns para os outros. Temos códigos, às vezes gestos muito parvos... isso sim é o reencontro e é aí que reside a catarse Trovante”, sublinhou o músico.
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