Rihanna volta ao Atlântico

Sensual, polémica. Rihanna já não tem os 18 aninhos de quando se estreou em Portugal, no Pavilhão Atlântico, em Junho de 2006, no ‘Move Ya Body’, ao lado das Pussycat Dolls.

04 de fevereiro de 2011 às 00:30
RIHANNA, MÚSICA, CANTORA, PORTUGAL, LISBOA, PAVILHÃO ATLÂNTICO Foto: Lucas Jackon/Reuters
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Voltará agora ao mesmo palco, seis anos depois, mais mulher e já cabeça de cartaz. A cantora de ‘rhythm & blues’ actua a 17 de Dezembro, anunciou ontem a promotora Everything is New. Na bagagem traz o disco ‘Loud’, (ainda) mais êxitos e histórias de vida.

O percurso da miúda de Barbados, descoberta por Evan Rogers, produtor de nomes como *NSYNC, Christina Aguilera ou Rod Stewart, foi meteórico. Ao atingir a maioridade, ela era já uma estrela mundial. À data, na primeira entrevista ao CM, dizia que "desde os oito anos que queria ser cantora". As referências eram "Mariah Carrey, Celine Dion e Destiny’s Child".

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Rihanna tinha então apenas dois álbuns, ‘Music of the Sun’ e ‘A Girl Like Me’, cujo single ‘S.O.S. (Rescue Me)’ era o êxito de Verão. O sucesso no Atlântico foi tal, que voltou ao Coliseu de Lisboa seis meses depois. A carreira ia de vento em popa, a jovem era famosa, mas faltava-lhe um amor. "Pode ser mais fácil arranjar namorados, mas é difícil perceber as suas verdadeiras intenções. Não confio muito nos rapazes", desabafou ao CM.

Em Fevereiro de 2009, o Mundo ficou a saber que Rihanna fora vítima de um espancamento brutal, às mãos do namorado, o cantor Chris Brown. Acabou por perdoá-lo, mas, meses depois, separaram-se em definitivo. Desde então dizia-se feliz com Matt Kemp, jogador de basebol. Mas também esta relação chegou ao fim.

Agora, longe da menina inocente e de voz sumida que o CM conheceu em 2005, Rihanna volta a ser notícia por alegadas relações lésbicas. Mas continua a somar vitórias, indiferente a polémicas. Tanto assim é que está nomeada para quatro Grammys.

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