Rock in Rio isento de taxas até 2018
<p align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt">A proposta para a isenção das taxas relativas à sétima e à oitava edições do festival Rock in Rio-Lisboa, que deverão ter lugar em 2016 e 2018, no valor de cerca de 3,5 milhões para cada ano, foi aprovada em assembleia municipal, sob críticas da oposição.
A proposta foi apresentada na assembleia pelo vereador com o pelouro dos Espaços Verdes, José Sá Fernandes, que descreveu o festival de música, no Parque da Bela Vista, como um evento que leva à “projeção internacional da cidade de Lisboa”.
Segundo Sá Fernandes, que integra a maioria liderada pelo socialista António Costa, a realização do Rock in Rio estaria em risco sem esta isenção, e sublinhou a importância das contrapartidas acordadas com a organização.
“Propomos um investimento substancial do Rock in Rio no próprio parque, com o arranjo da Casa Grande da Bela Vista”, explicou.
Em causa está um investimento de 800 mil euros em “património que fica ao dispor da cidade” e dos moradores, mesmo quando o evento não decorre.
A proposta foi aprovada com os votos contra do Partido Comunista Português (PCP), do Partido dos Animais e da Natureza (PAN), do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV) e de dois deputados independentes.
O Movimento Pró-Terra (MPT) e três deputados independentes abstiveram-se da votação.
As restantes forças políticas – PSD, CDS e Parque das Nações por nós – votaram a favor.
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