Segredos e manias de grandes estrelas
A autobiografia do ex-guitarrista dos Korn, Brian ‘Head’ Welch, intitulada ‘Save me From Myself: How I Found God, Quit Korn, Kicked Drugs and Lived to Tell My Story’ (Salvei-me de mim mesmo: como encontrei Deus, deixei os Korn e as drogas e vivi para contar a história, em tradução literal) é um best-seller nos EUA.
O livro figura mesmo na lista dos mais vendidos do jornal ‘New York Times’, tendo entrado directamente para a 20.ª posição na semana de lançamento.
O ex-guitarrista dos Korn revela que só conseguiu superar o vício das anfetaminas e uma profunda depressão quando encontrou Deus. “Estava preso, parecia uma maldição”, recorda. O músico relata ainda a ascensão dos Korn desde que eram um “bando de putos” até ao estrelato, nos anos 90.
O músico está agora em digressão pelos EUA para promover o livro e diz que pensa lançar um álbum a solo no próximo ano.
Quem acaba também de fazer revelações bombásticas são os Metallica. Em entrevista à revista britânica ‘Q’, o líder James Hetfield confessa que sentia ciúmes do modo como o baterista Lars Ulrich e o guitarrista Kirk Hammet consumiam cocaína: “Eu não gostava de estar ao pé deles quando estavam nessa de consumir. Chateava-me a intimidade que tinham por causa da droga.”
No entanto, James e Lars partilhavam outros vícios, concretamente o gosto por groupies (raparigas que fazem tudo para estar com a banda). Segundo o ex-baixista Jason Newsted, o baterista Lars Ulrich era mesmo o mais depravado.
“Eles viviam para isso. O Lars era possivelmente o rei no que diz respeito a promiscuidade... felatios debaixo do palco no decurso dos solos de baixo. Esse tipo de coisas”, adiantou.
O sexo impressionou também o guitarrista Kirk Hammet, mas por motivos diferentes. Segundo ele, aos 11 anos viu o vizinho abusar da sua cadela de estimação, ‘Tiddy’.
“Fui até casa do meu vizinho e ele baixou as calças e começou a ter relações com a minha cadela. Eu não sabia se havia de chorar ou de rir. Quando ele terminou, peguei nela e fui-me embora. Ela abanava o rabo como se nada tivesse acontecido”, contou.
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