Tim assinala 50 anos de carreira em disco: "Pisei o palco pela primeira vez aos 6/7 anos numa récita da escola"

Músico dos Xutos & Pontapés lança álbum duplo ao vivo gravado no S.Luiz em setembro do ano passado.

22 de outubro de 2026 às 01:30
Tim assinala 50 anos de carreira com disco duplo ao vivo gravado no S.Luiz Foto: Direitos Reservados
Tim dos Xutos & Pontapés celebra 50 anos de carreira com álbum duplo ao vivo Foto: Direitos Reservados
Tim, dos Xutos & Pontapés, celebra 50 anos de carreira com novo álbum Foto: Direitos Reservados
Tim, músico dos Xutos & Pontapés, celebra 50 anos de carreira com álbum duplo Foto: Direitos Reservados
Tim assinala 50 anos de carreira com álbum duplo ao vivo Foto: Direitos Reservados
Tim celebra 50 anos de carreira com álbum duplo ao vivo Foto: Direitos Reservados

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No seguimento das comemorações das cinco décadas de carreira, Tim, o eterno vocalista dos Xutos & Pontapés, lança no próximo dia 6 de novembro o disco '50 anos ao Vivo', um registo que resulta dos dois concertos realizados pelo músico a 20 e 21 de setembro de 2025, no Teatro Municipal S.Luiz, em Lisboa. "São 22 canções retiradas de um concreto que eu adorei fazer e pelo qual ansiava", começa por dizer Tim ao CM. "Cinquenta anos em cima do palco é muito tempo, mas tive a sorte de estar sempre muito bem acompanhado ao longo desta carreira toda. Sendo os Xutos o ramo principal, todos os outros ramos foram muito valorosos também", diz. O disco conta com vários convidados que já tinham estado nas duas noites no S.Luiz. Para além dos Xutos, contam-se também Resistência, Tais Quais, Teresa Salgueiro, Pedro Jóia, Gabriel Gomes, Jorge Palma, Vitorino, João Gil e Mariza. 

Tendo começado a tocar aos 15 anos como baixista, em formações de jovens e grupos de baile, o primeiro contacto de Tim com o palco vem, no entanto, ainda mais de trás. E o momento ainda hoje guarda na memória. "O fascínio pelo palco é uma coisa estranha. Quem alguma vez pisou um palco mesmo numa récita da escola, que foi como eu comecei, percebe que há qualquer coisa de mágico e maravilhoso no palco. E o que eu senti desde essa primeira hora, quando tinha para aí seis ou sete anos, é que prefiro estar do lado de dentro do palco do que de lado de fora", diz. "Mesmo quando vou ver outros artistas a trabalhar, imagino-me sempre do lado de dentro nem que seja atrás das cortinas. É um gosto. Há um chamamento que não se consegue evitar", assume. 

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Reconhecendo que foram as canções que o trouxeram até aqui, admite também acho que deu à música "uma certa maneira de estar e proximidade, uma certa companhia e um tratar por tu as canções e o público.  Sinto que as pessoas têm uma grande estima pelos Xutos por todos os momentos que vivemos juntos. E por tabela isso também acontece com a minha pessoa". 

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