Transborda chega à 6ª edição

Mostra internacional arranca no Dia Internacional da Dança. Evento estende-se pela primeira vez a Lisboa.

27 de abril de 2026 às 01:30
Espetáculo 'Parterre', de Volmir Cordeiro (2 de maio, Teatro Municipal Joaquim Benite) Foto: Direitos Reservados
Espetáculo 'Parterre', de Volmir Cordeiro (2 de maio, Teatro Municipal Joaquim Benite) Foto: Direitos Reservados
Espetáculo 'Parterre', de Volmir Cordeiro (2 de maio, Teatro Municipal Joaquim Benite) Foto: Direitos Reservados
'Maneras de Salir', de Varinia Canto Vila (9 de maio, Teatro Municipal Joaquim Benite) Foto: Direitos Reservados
'Caravanserá', de Gustavo Ciríaco (16 de maio, Casa da Dança de Almada) Foto: Direitos Reservados
'Caravanserá', de Gustavo Ciríaco (16 de maio, Casa da Dança de Almada) Foto: Direitos Reservados
'Caravanserá', de Gustavo Ciríaco (16 de maio, Casa da Dança de Almada) Foto: Direitos Reservados
'Amina', de Cláudia Dias (9 de maio, Teatro Municipal Joaquim Benite) Foto: Direitos Reservados
'Amina', de Cláudia Dias (9 de maio, Teatro Municipal Joaquim Benite) Foto: Direitos Reservados
'3 contra 2: Psico Trópicos', de Marcela Levi e Lucía Russo (Teatro do Bairro Alto, 22 e 23 maio) Foto: Direitos Reservados
'3 contra 2: Psico Trópicos', de Marcela Levi e Lucía Russo (Teatro do Bairro Alto, 22 e 23 maio) Foto: Direitos Reservados

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A dança não é para uma elite, mas para desfrute da população em geral. Eis a premissa da Transborda – Mostra Internacional de Artes Performativas de Almada, que este ano chega à 6.ª edição com uma novidade: estende-se, pela primeira vez, a Lisboa (Teatro do Bairro Alto e CAM – Centro de Arte Moderna).

Ao CM, a diretora artística do evento explica que o mote deste ano é a celebração da partilha. “Todos os artistas que convidámos trabalham em contexto de colaboração e manifestam, através das suas obras, o interesse pelo outro e a alegria do encontro, do estar junto”, revela Adriana Grechi.

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O programa da mostra, que arranca nesta quarta-feira, 29 – para coincidir com a celebração do Dia Internacional da Dança – integra sete espetáculos, de outros tantos criadores. A saber Dalila Belaza (França); Volmir Cordeiro (FR/BR); Cláudia Dias (PT); Varinia Canto Vila (Chile); Gustavo Ciríaco (PT/BR); Josefa Pereira (PT/BR) e Marcela Levi com Lucía Russo (BR).

Integra, ainda, duas oficinas gratuitas: uma de Rafael Alvarez para maiores de 50 anos; outra de Cláudia Dias, aberta a todos. Ambas têm lugar marcado no Fórum Romeu Correia, Almada, no dia de abertura do evento. “Faz parte da nossa missão abrir estes ateliês à população”, adianta a responsável. “Na medida em que as pessoas experimentam a dança pelo lado prático, deixam de considerar esta arte como algo de distante...”

Além do Fórum Romeu Correia, na Margem Sul a Transborda estende-se ainda ao Teatro Municipal Joaquim Benite, ao Largo do Farol de Cacilhas e à Casa da Dança. Já a extensão a Lisboa era há muito desejada e vai alargar o universo de público a que a Transborda pode chegar. Se no ano passado, os espetáculos atraíram 1650 espectadores, neste ano o evento espera superar os dois mil. Até dia 23 de maio.

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