Correio da Manhã

Uma revista que bate à esquerda e à direita
Foto Mariline Alves
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Por Ana Maria Ribeiro | 01:30
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‘ParqueMania’ ataca políticos de todos os quadrantes.

O pano abre, a música arranca e o público aplaude. Flávio Gil – autor, encenador e ator do espetáculo – faz um número de mímica e logo a seguir vem a abertura clássica da Revista à Portuguesa, com a apresentação do elenco e o desfile do corpo de baile.

É assim que começa ‘ParqueMania’, o novo espetáculo do Teatro Maria Vitória, já em cena no Parque Mayer, em Lisboa. O empresário Hélder Freire Costa diz que "esta revista é muito boa" e está orgulhoso com um trabalho que mistura "o moderno e o antigo".

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"É, novamente, uma criação de três jovens autores – o Flávio Gil, o Miguel Dias e o Renato Pino –, que trazem muito talento para o Parque Mayer e que fizeram um trabalho notável, todo ele muito fluído. A Elsa Casanova está a estrear-se: é a nossa atração de fado."

De Trump a Madonna, de Bruno de Carvalho a José Sócrates, o espetáculo não poupa ninguém, nem sequer António Costa, ou antes, Antonini Costini, aqui num número de ventriloquismo com os seus ‘muchachos’: Catarina e Jerónimo.

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Escrita em três meses e ensaiada em dois, ‘ParqueMania’ promete também ir acompanhando a atualidade e ir acrescentando piadas, à medida em que os nossos políticos forem dando azo a isso.

No palco, Susana Cacela, Rosa Villa, Paulo Vasco e Miguel Dias dão tudo por tudo para que o espetáculo tenha êxito.

"Temos vindo a subir de público e acreditamos ter outro sucesso em mãos", garante Flávio Gil.

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