União faz a força dos super-heróis
Realizador abandonou o projeto depois da morte da filha.
Aí está um dos filmes mais aguardados da temporada. ‘A Liga da Justiça’, que chega hoje às nossas salas de cinema, é uma das grandes apostas de Hollywood para a reta final de 2017 (diz-se que o respetivo orçamento chegou aos 256 milhões de euros) e aposta tudo num elenco de luxo e em grandes efeitos especiais.
Nos Estados Unidos só estreia amanhã, mas os estúdios esperam que faça um primeiro fim de semana histórico.
Depois da morte do Super-Homem, num ato de abnegação (e tal como se viu em ‘Batman v Super-Homem: O Despertar da Justiça’), em ‘A Liga da Justiça’ vemos o Batman de Ben Affleck liderar um processo de união de forças para combater um vilão chamado Steppenwolf (Lobo das Estepes, na BD portuguesa), que pode destruir o Planeta.
Com a ajuda de Flash (Ezra Miller), da Mulher-Maravilha (Gal Gadot), do Cyborg (Ray Fisher) e Aquaman (Jason Momoa), os humanos poderão continuar a gozar de paz e tranquilidade, mas só depois de muitas cenas de pancada e destruição.
Tal como aconteceu no filme anterior, nem todos os críticos gostaram desta aventura de super-heróis, mas todos sublinham a contenção nas cenas de ação – que não são a mais nem a menos, mas na medida certa e "bem concebidas" – e elogiam a simplicidade do filme, que podia ter descarrilado depois do abandono súbito do realizador, Zack Snyder.
Snyder deixou o projeto em março, depois do suicídio da filha, Autumn Snyder, aos 20 anos, para estar com a família.
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