Vão-se os jedis e fica a Força
Ação de 'Rogue One' decorre antes do filme de 1977 ‘Uma Nova Esperança’.
Protagonizado por Felicity Jones, atriz britânica de 33 anos que nem era nascida quando George Lucas deu início à saga de ficção científica ‘A Guerra das Estrelas’, ‘Rogue One: Uma História de Star Wars’, que estreia hoje em Portugal, mostra o que sucedeu, há muito tempo, numa galáxia muito distante, entre os filmes ‘A Vingança dos Sith’ (2005) e ‘Uma Nova Esperança’ (1977).
Para que a princesa Leia pudesse enviar robôs com planos para destruir a ‘Estrela da Morte’, a nave capaz de destruir planetas, foi preciso que espiões os roubassem as plantas. E é aí que entra Jyn Erso (Felicity Jones), filha de um cientista forçado a colaborar com as forças imperiais e criada por um rebelde convertido ao terrorismo, capaz de descobrir a força no primeiro filme do universo ‘Star Wars’ sem guerreiros jedis.
A segunda protagonista feminina, após Daisy Ridley fazer de Rey em ‘O Despertar da Força’, que em 2015 iniciou a terceira trilogia de ‘A Guerra das Estrelas’, mostra que a Disney, dona da Lucasfilm, está empenhada em que a saga agrade e venda ‘merchandising’ a ambos os sexos e a todas as idades.
Com 187 milhões de euros de orçamento, o realizador inglês Gareth Edwards aproveitou situações e personagens conhecidas para este filme de Natal.
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