Vista Alegre: a fábrica que conta a História
Acervo exposto tem cerca de 400 peças, desde a fundação (em 1824) até às recentes colaborações contemporâneas.
São dois séculos de uma história única que se confunde com a do próprio País, milhares de peças que conseguiram casar (como em nenhuma outra marca portuguesa) a tradição mais conservadora com a ousadia da inovação. Por tudo isso, a exposição ‘Rumo ao Infinito – Vista Alegre, 200 anos de criatividade’, patente no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, até 31 de maio de 2025, promete ser um dos grandes acontecimentos culturais deste final de ano.
Na Sala dos Archeiros, na Sala D. João IV e na Antiga Capela, podem ser vistas as peças mais icónicas daquela que é a mais antiga fábrica de cerâmica de Portugal. O acervo, que integra cerca de 400 criações - objetos tão originais como uma apanha moscas de vidro do século XIX ou as duas primeiras chávenas em porcelana produzidas em 1827, provém de fontes diversas: do espólio do Museu Nacional de Arte An- tiga, do Museu da Vista Ale- gre, da Fundação Medeiros e Almeida, e algumas faziam parte da coleção particular da família de João Pinto Basto, fundador da marca.
A inauguração, com pom- pa e circunstância, na passada quinta-feira, contou com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
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