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Correio da Manhã

Cultura
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A eterna arte pop

Os Pop Dell’Arte quebraram quinta-feira o ‘silêncio’ para celebrar os 20 anos de carreira, no Lux, com uma saudosa plateia de fãs que continuam a não resistir ao apelo de algumas das canções que marcaram a ‘revolução’ musical dos anos 80.
31 de Dezembro de 2005 às 00:00
A ocasião, uma das raras aparições públicas da banda de João Peste, serviu ainda para apresentar a antologia ‘PopPlastik 1985-2005’. Com edição a 16 de Janeiro, o disco reserva, além dos clássicos, três inéditos.
Pouco antes de subir ao palco, para um concerto tão íntimo quanto intenso (que conheceu em ‘O Amor é... um Gajo Estranho’, ‘Sonhos Pop’, ‘Querelle’ ou ‘Mrs. Tyler’ alguns dos seus pontos altos) João Peste confessou ao CM que o regresso com um álbum de originais está a ser equacionado.
“Não queremos prometer nada mas há uma forte probabilidade de fazermos um novo disco”, disse. “O contexto de hoje é diferente, mas todos as épocas produzem coisas interessantes. O que é preciso é preservar a diversidade e a maneira como se ouve a música”, acrescentou o líder daquele que é, ainda hoje, considerado um dos projectos mais inovadores do pop/rock nacional.
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