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Correio da Manhã

Cultura
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A morte segundo Saramago

“A verdade é que seria muito violento viver se não houvesse a esperança de deixar de o fazer um dia”, palavras de José Saramago à Lusa, a poucos dias do lançamento de ‘As Intermitências da Morte’, romance sucessor de ‘Ensaio Sobre a Lucidez’.
7 de Novembro de 2005 às 00:00
O Prémio Nobel de 1998 apresenta o mais recente romance
O Prémio Nobel de 1998 apresenta o mais recente romance FOTO: Paulo Carriço, Lusa
A cerimónia oficial, agendada para sexta-feira no Teatro Nacional de São Carlos, com a presença dos editores internacionais do Prémio Nobel de Literatura de 1998, é uma iniciativa da Caminho, a editora portuguesa que tem pronta uma primeira edição de cem mil exemplares.
O número não é demais uma vez que, desde a atribuição do Nobel, qualquer título de Saramago vende numa primeira tiragem qualquer coisa como 70 ou 80 mil cópias contra as anteriores 40 mil. Outros números sempre a somar são os de traduções e doutoramentos ‘honoris causa’... A título de curiosidade sempre se adianta que a ideia inicial de ‘As Intermitências da Morte’ surgiu ao escritor num Dia de Finados bastante próximo: 1 de Novembro de 2004. E, um ano depois, a obra nasce!
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