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Correio da Manhã

Cultura
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Babel quer ser a melhor editora

Paulo Teixeira Pinto apresentou ontem na Biblioteca Nacional , em Lisboa, a sua editora. Trata-se da Babel e pretende ser não a maior mas a "melhor casa dos livros em Portugal", disse, para depois realçar: "É uma pequena empresa com uma grande missão."
7 de Fevereiro de 2010 às 00:30
Ao lado da ministra da Cultura, Paulo Teixeira Pinto (à dir.) promoveu o seu novo e ambicioso projecto
Ao lado da ministra da Cultura, Paulo Teixeira Pinto (à dir.) promoveu o seu novo e ambicioso projecto FOTO: Mariline Alves

À cerimónia compareceu a ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, e outras figuras do meio, caso de Vasco Graça Moura, Guta Moura Guedes ou Joana Amaral Dias.

Apresentada no dia do nascimento do Padre António Vieira (o patrono da editora), a Babel congrega nove chancelas: Arcádia, Athena, Ática, Centauro, Guimarães, K4, Pi, Ulisseia e a Verbo, cada qual com a sua vocação. Sob o lema "uma palavra todas as línguas", os vários selos da Babel pretendem tornar-se referência na edição. A Pi, por exemplo, dirige-se ao público infantil e juvenil, e vai reeditar a colecção ‘Anita’. Já a K4 lançará livros de bolso em formato quadrado.

A biografia de Patrick Swayze, ‘Sodoma Divinizada’, de Raul Leal, e lançado em 1923 pela Olisipo de Fernando Pessoa, e ‘A Queda dum Anjo’, de Camilo Castelo Branco são algumas das obras a lançar pela Babel. A editora tem duas lojas, no Chiado e na Biblioteca Nacional, e abrirá outra em S. Sebastião, a 23 de Abril, dia Mundial do Livro.

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