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Correio da Manhã

Cultura
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Bandarilheiro, um caso de essência

Ser bandarilheiro, ou peão de brega, é uma das condições mais bonitas da tauromaquia.
2 de Fevereiro de 2011 às 00:30
Bandarilheiro, um caso de essência
Bandarilheiro, um caso de essência

O melhor bandarilheiro é o que sabe estar sem estar… A intuição leva-o a entender as lides para coadjuvar da melhor forma. A técnica aprende-se, cultiva-se e desenvolve-se. O conhecimento dos touros e suas investidas, bem como das características dos cavalos, além das condições do matador ou do cavaleiro, é fundamental. Treina-se com afinco, técnica e fisicamente. Ser-se bandarilheiro deve ser motivo de orgulho pelo contributo nos êxitos dos cabeças de cartaz.

Há dias, os bandarilheiros foram o tema de um interessante colóquio em Vila Franca de Xira, moderado por Catarina Bexiga. Sinal de importância e que nos faz pensar que um bandarilheiro é essencialmente um toureiro.

Sendo um toureiro, deve assumir-se como tal. E sendo profissional em tauromaquia deve apresentar-se sempre como tal, vestindo-se a rigor com postura a condizer. Perigoso será confundir-se com modesto operário ao serviço do cabeça de cartaz, prescindindo da sua essência…

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