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Correio da Manhã

Cultura
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Britânicos querem máscara mortuária de Bonaparte

O governo britânico bloqueou temporariamente a exportação de uma máscara mortuária de Napoleão Bonaparte, que tinha sido vendida em junho, apelando à atuação de potenciais compradores dispostos a pagar 208 mil euros para a manter no país.

14 de Novembro de 2013 às 15:08
Eis a máscara de gesso feita no rosto de Napoleão Bonaparte, quando morreu, na Ilha de Santa Helena, em 1821
Eis a máscara de gesso feita no rosto de Napoleão Bonaparte, quando morreu, na Ilha de Santa Helena, em 1821 FOTO: Reuters

Em comunicado, o secretário de estado da Cultura, Ed Vaizey, anunciou esta quinta-feira que decidiu proibir a saída da máscara do país até 12 de janeiro de 2014 (período que poderá ainda ser prorrogado até 12 de abril), alegando que está “intimamente” ligada à história e vida nacional e que a sua partida seria “uma desgraça”.

A máscara foi vendida por 201 512 euros a 19 de junho pela casa de leilões Bonhams, em Londres, a um comprador cuja identidade e país de origem não foram especificados.

De acordo com a casa de leilões, o gesso foi feito dois dias após a morte de Napoleão Bonaparte, a 5 de maio de 1821, na ilha britânica de Santa Helena.

O governo britânico quer agora ficar com a peça, lembrando que existe um “fascínio” por Bonaparte: “2015 vai marcar o 200º aniversário da Batalha de Waterloo e há sempre um grande fascínio por Napoleão aqui no Reino Unido”, disse Ed Vaizey.

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