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Correio da Manhã

Cultura
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Bruce Willis à caça de um assassino de robots (COM VÍDEO)

Quem é real e quem é uma cópia? A dúvida instala-se numa sociedade moderna, não muito longínqua, em 2054. Em ‘Os Substitutos’ a vida faz-se a partir de casa, emprestando o nosso corpo – ou até um bem melhorado, com melhorias estéticas e funcionalidades extra – para sair à rua e viver por nós os perigos, enquanto, no conforto do lar, gozamos e usufruímos das melhores emoções.
29 de Outubro de 2009 às 15:16
Bruce Willis à caça de um assassino de robots (COM VÍDEO)
Bruce Willis à caça de um assassino de robots (COM VÍDEO) FOTO: D.R.

Ao estilo dos avatares do ciberespaço, a trama de Jonathan Mostow segue uns robots tão inteligentes que respondem espontaneamente ao nosso estímulo cerebral, vivendo a nossa vida por empréstimo. No centro de toda a acção está Bruce Willis, um polícia que acaba por ter de renunciar ao seu Corpo de empréstimo (o seu substituto) e ganha coragem para sair à caça de um misterioso assassino que anda a matar os ‘substitutos’, esses robots que quase se confundem com humanos.

Num mix de policial e ficção científica, ‘Os Substitutos’ ganha na originalidade do argumento e ângulos de filmagem para logo perder no desenvolvimento da acção. E, depois de tanta promoção e expectativa, o público não reagiu como esperado. Nos Estados Unidos, o filme estreou-se a 25 de Setembro e, mundialmente, o filme ainda não ultrapassou os 60 milhões de dólares de bilheteira, ainda aquém do custo de produção (80 milhões).

Ainda assim, é sempre bom ver Bruce Willis com uma coragem que, a deixar-se ir pela realidade ficcionada de ‘Os Substitutos’, que muitos milhões de humanos perderiam daqui a uns anos: sair à rua para... viver.

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