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Correio da Manhã

Cultura

Calado à chegada

Tardou mas veio. Duas horas mais tarde do que o combinado, 50 Cent, acompanhado de seguranças e do músico Akon, lá apareceu ontem na conferência de imprensa, em Lisboa. Não sem antes o seu agente, Mathew, esclarecer que 50 Cent não falaria sobre o essencial: “Nada de perguntas sobre os cancelamentos do espectáculo. O que foi anunciado antes foi prematuro e nunca confirmado pelo management.”
23 de Março de 2007 às 00:00
Mas se 50 Cent se esquivou às perguntas – tal como os responsáveis da Casa Blanca, só representados por alguns membros do staff –, Akon parece não ter sido avisado para estar calado sobre os adiamentos do Festival (anunciado para 30 de Dezembro, 2 e 22 de Fevereiro e, por enfim, ontem).
E no final da conferência disse ao CM que “não sabia de nada” sobre a polémica que levou mesmo a Polícia Judiciária a investigar a produtora por alegada fraude. “Quando foi convidado pela Casa Blanca para vir a Portugal?”, questionou o CM. “Há duas semanas”, respondeu o músico.
Quanto à Casa Blanca, nem sinal de Riquinho, o principal responsável. ‘Gilinho’, da equipa, ainda enfrentou os jornalistas, mas só para dizer que o concerto teria “cerca de três horas”. Quaisquer outras questões seriam respondidas por outro produtor que reencaminhou para um outro, que remeteu para ‘Riquinho’ (Henrique Miguel)... que não atendeu o telemóvel.
Adiamentos à parte, Akon confessou-se “abençoado” por participar no novo disco de 50 Cent, que o rapper aproveitou para anunciar que será lançado a 18 de Junho. ‘SSK’ é o terceiro disco, sigla de ‘Sound Scan Killer’, revelou Curtis James, adiantado que pretende lançar mais dois álbuns até 2008.
Depois de Lisboa, onde esteve pela terceira vez, 50 Cent tem agendado para esta noite um concerto em Luanda, Angola, produzido também pela Casa Blanca.
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