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Correio da Manhã

Cultura
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CANTORA ROSEMARY CLOONEY MORRE AOS 74 ANOS

Rosemary Clooney, artista norte-americana que começou a cantar na rádio há 57 anos, e em Fevereiro foi premiada com um Grammy de carreira, morreu sábado, na sua casa de Beverly Hills, vítima de cancro no pulmão. Tinha 74 anos.
30 de Junho de 2002 às 21:46
Tia do actor George Clooney, Rosemary foi premiada em Fevereiro último com um prémio Grammy pela carreira, mas não compareceu à cerimónia por se encontrar hospitalizada.

Divorciada do actor Jose Ferrer - de quem tinha cinco filhos -, Rosemary começou a sua carreira profissional a cantar duetos com a irmã, Betty, na rádio WLW, em Cincinnati, em 1945. Quatro anos depois, assinou contrato com a Columbia Records.

“Rosemary foi uma amiga muito querida de todos os que a conheciam”, declarou à Reuters Michael Feinstein, cantor, pianista e compositor, amigo de longa data da artista, acrescentando: “Foi uma cantora que, devido às suas extraordinárias interpretações, deu uma contribuição incalculável para a música popular norte-americana”.

“Rosemary viverá para sempre no meu coração, porque ela cantava com o coração. O Mundo nunca mais será o mesmo sem ela”, confessou Feinstein, considerado um dos maiores intérpretes actuais da música do lendário George Gershwin.

Com várias nomeações para os prémios Grammy e Emmy, Clooney gravou em 1996 três álbuns de jazz que a crítica colocou entre os dez melhores do ano: “Rosemary Clooney’s White Christmas”, “Dedicated to Nelson” e “Demi-Centennial”.
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