Nova produção, a 37.ª da companhia criada em 1996, sucede a "Hamlet".
A estreia da peça "Napoleão ou o complexo de épico", a nova produção da Companhia do Chapitô, foi adiada uma semana, para dia 30 de janeiro, anunciou esta segunda-feira o coletivo teatral.
A nova produção, a 37.ª da companhia criada em 1996, sucede a "Hamlet", um espetáculo estreado em janeiro de 2018 e inspirado na comédia francesa "Playtime" ("Vida moderna"), realizada por Jacques Tati, em 1967.
Com a nova produção, a companhia propõe contar a história da "figura carismática e controversa" de Napoleão Bonaparte (1769-1821), procurando "entender o homem" e o "fenómeno criado em torno deste".
"Na procura de entender quem foi Napoleão (...) debatemo-nos entre o fascínio e o repúdio" sobre a personalidade de um homem que, mais tarde, viria a autoproclamar-se imperador dos franceses e cuja vida lança questões políticas, sociais e sobre o poder "tão pertinentes hoje como há três séculos", acrescentou a companhia.
A "ambição pessoal, audácia e determinação" de Napoleão levaram "longe" este líder político e militar nascido na Córsega, que se "apropriou de ideais da Revolução Francesa e foi expandindo territórios".
Um homem que, mais tarde, se reaproximou de valores aristocráticos que antes repudiara, que centralizou em si todo o poder e que se autoproclamou Imperador.
A "sua força de vontade era única e a sua queda foi proporcional à sua ascensão", acrescentou a companhia sobre o espetáculo pode ser visto de quinta-feira a domingo, às 22:00, no Chapitô.
Uma "vida romanesca que reúne todos os ingredientes para uma boa história, cabendo ao público julgar ou celebrar a figura histórica, o homem, que foi Napoleão", frisou a companhia sobre "Napoleão ou o complexo de épico".
A Companhia do Chapitô promete contar "os reversos da história", num espetáculo construído com "humor e poesia". "Porque todas as moedas têm duas faces: cara ou coroa", segundo a apresentação da obra.
Encenada por Cláudia Nóvoa e José C. Garcia, a peça tem dramaturgia de Ramón de Los Santos, e é interpretada por Jorge Cruz, Susana Nunes e Tiago Viegas.
A sonoplastia é de Sílvio Rosado, os figurinos, de Glória Mendes.
A estreia da peça "Napoleão ou o complexo de épico", a nova produção da Companhia do Chapitô, foi adiada uma semana, para dia 30 de janeiro, anunciou esta segunda-feira o coletivo teatral.
A nova produção, a 37.ª da companhia criada em 1996, sucede a "Hamlet", um espetáculo estreado em janeiro de 2018 e inspirado na comédia francesa "Playtime" ("Vida moderna"), realizada por Jacques Tati, em 1967.
Com a nova produção, a companhia propõe contar a história da "figura carismática e controversa" de Napoleão Bonaparte (1769-1821), procurando "entender o homem" e o "fenómeno criado em torno deste".
"Na procura de entender quem foi Napoleão (...) debatemo-nos entre o fascínio e o repúdio" sobre a personalidade de um homem que, mais tarde, viria a autoproclamar-se imperador dos franceses e cuja vida lança questões políticas, sociais e sobre o poder "tão pertinentes hoje como há três séculos", acrescentou a companhia.
A "ambição pessoal, audácia e determinação" de Napoleão levaram "longe" este líder político e militar nascido na Córsega, que se "apropriou de ideais da Revolução Francesa e foi expandindo territórios".
Um homem que, mais tarde, se reaproximou de valores aristocráticos que antes repudiara, que centralizou em si todo o poder e que se autoproclamou Imperador.
A "sua força de vontade era única e a sua queda foi proporcional à sua ascensão", acrescentou a companhia sobre o espetáculo pode ser visto de quinta-feira a domingo, às 22:00, no Chapitô.
Uma "vida romanesca que reúne todos os ingredientes para uma boa história, cabendo ao público julgar ou celebrar a figura histórica, o homem, que foi Napoleão", frisou a companhia sobre "Napoleão ou o complexo de épico".
A Companhia do Chapitô promete contar "os reversos da história", num espetáculo construído com "humor e poesia". "Porque todas as moedas têm duas faces: cara ou coroa", segundo a apresentação da obra.
Encenada por Cláudia Nóvoa e José C. Garcia, a peça tem dramaturgia de Ramón de Los Santos, e é interpretada por Jorge Cruz, Susana Nunes e Tiago Viegas.
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