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Correio da Manhã

Cultura
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"Chega de brincar com o Festival de Vilar de Mouros"

Autarca de Caminha quer um regresso pujante em 2016.
Ana Sofia Carvalho 18 de Abril de 2015 às 09:45
Pedro Abrunhosa foi uma das estrelas da edição de 2014 do Festival Vilar de Mouros
Pedro Abrunhosa foi uma das estrelas da edição de 2014 do Festival Vilar de Mouros FOTO: Carlos Rocha

Após o regresso em 2014, colocando fim a oito anos de interregno, o Festival de Vilar de Mouros volta a parar. Os resultados da última edição, organizada pela Associação dos Amigos dos Autistas (AMA), não foram os desejados e o anúncio do cancelamento partiu, ontem, de Miguel Alves, presidente da Câmara de Caminha, que garante que o festival regressará em 2016.

"Chega de trapalhadas, de fazer as coisas em cima do joelho e de brincar aos festivais. O novo formato vai começar uma nova era, com os melhores profissionais que temos em Portugal, para honrar o passado, e sobretudo para engrandecer o seu futuro", afirmou o responsável.

O autarca sustenta que a impreparação da AMA levou a esta decisão. "Vamos tentar chegar a acordo para cancelarmos o protocolo assinado em 2013 [que atribuía a organização à AMA até 2017]. Vilar de Mouros regressou, mas sem pujança e identidade", explicou Miguel Alves.

O festival regressará em agosto de 2016 (dia 26, 27 e 28) pelas mãos da autarquia, e da junta de Vilar de Mouros em parceria com a Dot Global, a Metrónomo (de Paulo Ventura, júri do ‘Ídolos’), e a Música no Coração, de Luís Montez.

Contactado pelo CM, Marco Reis, presidente da AMA, adiou os esclarecimentos sobre o assunto para a próxima semana.

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