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Correio da Manhã

Cultura
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Cores do Brasil na despedida

O adeus foi morno: depois das 17 mil pessoas na estreia e dos 16 mil que estiveram no sábado no Alto da Ajuda, em Lisboa, o Delta Tejo despediu-se ontem num serão com uma lotação que tardou a ficar preenchida. Mas muito dominada pelo ritmo no corpo e pelas cores do Brasil.
5 de Julho de 2010 às 00:30
Ana Carolina lembrou a carreira na noite de sábado e conseguiu fortes aplausos com a interpretação do tema ‘É Isso Aí’
Ana Carolina lembrou a carreira na noite de sábado e conseguiu fortes aplausos com a interpretação do tema ‘É Isso Aí’ FOTO: Vítor Mota

Enquanto se esperava pela actuação de Martinho da Vila, que foi o grande chamariz para o público de ontem, a boa disposição reinava num recinto com alguns espaços vazios, onde as bandeiras brasileiras dominaram.

O público aproveitou para dançar e aplaudir, ainda que com pouca força, nomes como os de Paulo Flores e Cacique’ 97.

Na noite anterior, as mulheres dominaram o palco: primeiro com as portuguesas Susana Félix e Ana Moura, que mostrou temas como ‘Não é um Fado Normal’, ‘Casa da Mariquinhas’ ou ‘Leva-me aos Fados’.

Depois de na sexta à noite ter subido ao Coliseu do Porto, Ana Carolina foi a presença mais esperada de sábado no recinto do Delta Tejo. Com garra, a brasileira recordou temas da sua carreira e foi muito aplaudida com a versão ‘É Isso Aí’, adaptada da canção ‘The Blowers Daughter’, do músico Damien Rice.

Por fim, a nigeriana Nneka voltou aos palcos do festival e deu o toque em inglês, com temas do novo disco ‘Concrete Jungle’. Sempre em clima de festa.

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