Barra Cofina

Correio da Manhã

Cultura
8

Da birras de Bieber às queixinhas de Beyoncé

As principais polémicas que marcaram o mundo da música em 2016
Miguel Azevedo 4 de Janeiro de 2017 às 18:45
FOTO: D.R.
Foram muitas as polémicas que marcaram o ano de 2016 no mundo da música e Justin Bieber foi, uma vez mais, um dos grandes protagonistas. Em março o cantor deu que falar quando, num espetáculo em Seattle, EUA, surgiu em palco com uma camisola com a frase "Bigger Than Satan, Bieber" ("Maior do que Satanás, Bieber") e em maio enfrentou uma acusação de plágio por parte da cantora canadiana Casey Dienel, em relação ao single ‘Sorry’.

Mas houve mais. Ainda em março, depois do arranque da sua digressão, que passou por Lisboa, Bieber decidiu cancelar todos os encontros com fãs nos bastidores dos concertos. "Estou cansado de tirar fotos. As pessoas nem sequer me dizem ‘olá’ ou me reconhecem como humano. Sinto-me um animal do zoo", escreveu. Em agosto, após entrar em polémica com a ex-namorada Selena Gomez, decidiu apagar 80 milhões de seguidores no Instagram.

Também Beyoncé andou nas bocas do Mundo por causa do novo disco, ‘Lemonade’, que alegadamente teria sido inspirado nas traições de Jay-Z. Marketing ou não, o rapper viria a responder um mês depois. "Tu sabes que conseguiste vingar quando o teu casamento vale milhões", atirou.

Por cá, C4 Pedro teve de retirar da internet o vídeo ‘Azar da Belita’ e pediu aos fãs que não o partilhassem, depois de ser acusado de incitar à violação. "Venho pedir publicamente desculpas a todos que de algum modo se sentiram ofendidos. Sou pai e tenho quatro filhas que amo muito e nunca tais valores fizeram parte da educação que os meus pais me deram", afirmou publicamente.

O Video que pôs todos a nu
A meio do ano, Kanye West lançou ‘Famous’, o vídeo mais polémico de 2016 que mostrava bonecos de cera de famosos como Taylor Swift, Kim Kardashian, Chris Brown, Rihanna ou até Donald Trump, alegadamente depois de uma orgia.

Despedida dos palcos
Em abril, Avicci anunciou que ia retirar-se da música a conselho médico. Em agosto, o DJ sueco deu o seu último espetáculo em Ibiza, Espanha. "Tive de tomar esta decisão por questões de saúde. Isto não é para mim", disse.

Unidos contra Donald Trump
Em outubro, vários músicos e atores manifestaram-se contra Donald Trump na corrida à presidência dos EUA. Num vídeo de 50 segundos, Robert De Niro foi mesmo agressivo: "Ele é um rufia, um cão, um porco, um vigarista e um intruja."
Ver comentários