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Correio da Manhã

Cultura
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FATAL 2006 já anima Lisboa

Uma ‘master class’ de encenação dirigida por Luís Miguel Cintra e um ciclo de conferências sobre Harold Pinter proferidas por Jorge Silva Melo são algumas das ‘pérolas’ da programação do FATAL 2006 – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, que arrancou ontem na Universidade de Lisboa (UL) com a estreia de ‘Crónico’, pelo grupo 2.ª Circular.
3 de Maio de 2006 às 00:00
À tarde, durante a cerimónia de abertura da festa – que coincidiu com a apresentação do programa à Comunicação Social – o reitor da UL, José Barata Moura, falou da importância desta iniciativa, organizada por aquela instituição de ensino há sete anos, e lembrou o seu principal objectivo: criar, no público, apetência pela cultura.
O FATAL 2006 é, de resto, o mais longo de sempre – são 20 dias para 20 espectáculos diferentes – e também o mais ambicioso. Para além de funcionar como montra do teatro que se vai fazendo em várias universidades portuguesas e duas espanholas (de Santiago de Compostela e Vigo), terá ainda uma oficina de Direcção de Actores, várias tertúlias e um ciclo de performances no Bairro Alto (às quintas, sextas e sábados, das 23h00 às 02h00).
Antes de cada grupo dar um arzinho da sua graça, mostrando um excerto do seu trabalho, houve ainda tempo para evocar Glicínia Quartim, falecida na passada sexta-feira e membro da Comissão de Honra do FATAL.
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