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Festróia distingue criador belga

<p align="justify" class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt">‘O Colapso do Círculo Quebrado’, do belga Felix van Groeningen, foi o grande vencedor da 29ª edição do Festróia, festival de cinema de Setúbal, que encerrou este domingo. O filme venceu não só o Golfinho de Ouro, como também o prémio da crítica internacional Fipresci e o prémio ecuménico (Signis) da imprensa católica, numa cerimónia apresentada – e animada – por Isabel Medina e Pedro Granger.

16 de junho de 2013 às 20:33

O júri ficou rendido à forma habilidosa como o realizador flamengo funde o romance entre um músico belga apaixonado pelas raízes do ‘country bluegrass’ americano e o drama familiar que irá preencher a sua vida e motivar a tragédia.

Numa narrativa alternada entre o passado e o presente, percebe-se esse oscilar entre a descoberta do amor ao ritmo musical e a angústia do cancro, que mais tarde afetará a sua filha.

O ator Vesa-Matti Loiri e ainda a dupla feminina Olga Pakalovic e Alma Price receberam o Golfinho de Prata pelas interpretações masculina e feminina, respetivamente, ao passo que o realizador sérvio Srdan Golubovic foi galardoado com o prémio de melhor realizador, por ‘Círculos’.

PALMARÉS FESTRÓIA 2013

MELHOR FILME – Golfinho de Ouro

‘O Colapso do Círculo Quebrado’, de Felix van Groeningen

PRÉMIO ESPECIAL DO JÚRI – Golfinho de Prata

‘A Paixão de Michelangelo’, de Esteban Larrain

MELHOR REALIZADOR – Golfinho de Prata

Srdan Golubovic, por ‘Círculos’

MELHOR ATOR - Golfinho de Prata

Vesa-Matti Loiri, de ‘Estrada Para Norte’

MELHOR ATRIZ - Golfinho de Prata

Olga Pakalovic e Alma Prica, de ‘O Passado de Halima’

MELHOR FOTOGRAFIA – Golfinho de Prata

Aleksandar Illic, por ‘Círculos’

MELHOR ARGUMENTO – Golfinho de Prata

Esteban Larrain, por ‘A Paixão de Michelangelo’

PRÉMIO DO PÚBLICO

‘Romance à la Carte’, de Joel Vanhoebrouck

PRÉMIO PRIMEIRA OBRA

‘Offline’, de Peter Monsaert

PRÉMIO O HOMEM E A NATUREZA

‘A Viagem’, de Nadin Gúç

MENÇÃO HONROSA O HOMEM E A NATUREZA

‘Miúdos de Kinshasa’, de Marc-Henri Wajnberg

PRÉMIO FIPRESCI

‘O Colapso do Círculo Quebrado’, de Felix van Groeningen

PRÉMIO SIGNIS

‘O Colapso do Círculo Quebrado’, de Felix van Groeningen

MENÇÃO ESPECIAL SIGNIS

‘Baby Blues’, de Kasia Roslaniec

PRÉMIO CICAE

‘Baby Blues’, de Kasia Roslaniec

PRÉMIO MÁRIO VENTURA

Anke Blondé, Bert van Dael e Sanne Nuyens, pelo guião de ‘Dura Lex’

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