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Correio da Manhã

Cultura
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Geraldine lembra génio de Charlot

Trabalho e disciplina." Estes foram os ensinamentos que Charles Chaplin passou à filha Geraldine, que também herdou do pai o humor que o tornou imortal desde os anos 20.
27 de Setembro de 2008 às 00:30
Divertida, Geraldine Chaplin reviveu ontem memórias do pai na exposição ‘Chaplin in Pictures’, em Lisboa
Divertida, Geraldine Chaplin reviveu ontem memórias do pai na exposição ‘Chaplin in Pictures’, em Lisboa FOTO: Mariline Alves

"O meu pai adorava ter público e oito filhos é uma boa assistência", lembrou a actriz de 64 anos, contando memórias de divertidos episódios vividos em privado com Charlot.

Em Lisboa a convite do Lisbon Village Festival, certame de cinema digital que, nesta 3ª edição (arranca na segunda-feira), a homenageia, Geraldine ‘desfilou’ humor e simpatia na exposição ‘Chaplin in Pictures’, no Palácio de Pombal (até 4 de Outubro), retrospectiva da carreira do seu pai.

"Adoro falar dele", admitiu quem já filmou com João Mário Grilo (‘Olhos da Ásia’, 1997), diz que "Lisboa é a cidade mais bonita da Europa" e, segundo o marido, o director de fotografia Patricio Castilla, é "sempre divertida".

Quanto ao cinema, Geraldine soma e segue. "Depois de ‘El Orfanato’, ando a fazer mais filmes de terror. E todas as avós: como nunca fiz um lifting e tenho mesmo rugas, faço as avós boas e as assassinas em série", brincou.

Mais séria, e ao contrário do pai, que "gostaria que os filhos tivessem profissões a sério", a actriz enalteceu a filha, Oona, de 22 anos, com quem contracenou em ‘Imago Mortis’ e que entra no próximo 007, ‘Quantum of Solace’."É uma actriz shakespeariana", disse sobre a jovem que agora se estreou no cinema.

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