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Correio da Manhã

Cultura
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Imprensa internacional destaca longa vida de cineasta

Realizador Manoel de Oliveira morreu esta quinta-feira aos 106 anos.
2 de Abril de 2015 às 16:02
O jornal espanhol 'El Mundo' noticiou a morte do realizador português e destacou o facto de este ter realizado mais de 60 filmes
O 'El País' faz referência a uma frase dita por Manoel de Oliveira numa entrevista ao jornal em 2009: 'Se parar de filmar, morro'
O jornal francês 'Le Monde' diz que com a morte de Manoel de Oliveira, o cinema 'perdeu o seu deão'
O francês 'Le Figaro' também destacou a morte do realizador português
O italiano 'Corriere Della Sera' referiu-se a Manoel de Oliveira como um sendo 'o grande cineasta que se inspirou pela história e tradição cultural lusitana'
O 'La Repubblica' deu um grande destaque ao realizador português, considerando-o como 'um dos mais importantes de Portugal e do mundo'
O britânico 'Daily Mail' também destacou a morte de Manoel de Oliveira
O jornal 'The Guardian' referiu-se a Manoel de Oliveira como 'lendário'
O alemão 'Die Zeit' também fez referência ao facto de Manoel de Oliveira ser considerado o mais antigo realizador de cinema em atividade no mundo
O 'Correio Braziliense' destacou os 84 anos de carreira do realizador português
O jornal espanhol 'El Mundo' noticiou a morte do realizador português e destacou o facto de este ter realizado mais de 60 filmes
O 'El País' faz referência a uma frase dita por Manoel de Oliveira numa entrevista ao jornal em 2009: 'Se parar de filmar, morro'
O jornal francês 'Le Monde' diz que com a morte de Manoel de Oliveira, o cinema 'perdeu o seu deão'
O francês 'Le Figaro' também destacou a morte do realizador português
O italiano 'Corriere Della Sera' referiu-se a Manoel de Oliveira como um sendo 'o grande cineasta que se inspirou pela história e tradição cultural lusitana'
O 'La Repubblica' deu um grande destaque ao realizador português, considerando-o como 'um dos mais importantes de Portugal e do mundo'
O britânico 'Daily Mail' também destacou a morte de Manoel de Oliveira
O jornal 'The Guardian' referiu-se a Manoel de Oliveira como 'lendário'
O alemão 'Die Zeit' também fez referência ao facto de Manoel de Oliveira ser considerado o mais antigo realizador de cinema em atividade no mundo
O 'Correio Braziliense' destacou os 84 anos de carreira do realizador português
O jornal espanhol 'El Mundo' noticiou a morte do realizador português e destacou o facto de este ter realizado mais de 60 filmes
O 'El País' faz referência a uma frase dita por Manoel de Oliveira numa entrevista ao jornal em 2009: 'Se parar de filmar, morro'
O jornal francês 'Le Monde' diz que com a morte de Manoel de Oliveira, o cinema 'perdeu o seu deão'
O francês 'Le Figaro' também destacou a morte do realizador português
O italiano 'Corriere Della Sera' referiu-se a Manoel de Oliveira como um sendo 'o grande cineasta que se inspirou pela história e tradição cultural lusitana'
O 'La Repubblica' deu um grande destaque ao realizador português, considerando-o como 'um dos mais importantes de Portugal e do mundo'
O britânico 'Daily Mail' também destacou a morte de Manoel de Oliveira
O jornal 'The Guardian' referiu-se a Manoel de Oliveira como 'lendário'
O alemão 'Die Zeit' também fez referência ao facto de Manoel de Oliveira ser considerado o mais antigo realizador de cinema em atividade no mundo
O 'Correio Braziliense' destacou os 84 anos de carreira do realizador português

A imprensa internacional noticiou a morte do cineasta português Manoel de Oliveira, esta quinta-feira falecido aos 106 anos, prestando homenagem ao mais velho cineasta até agora no ativo, com um ritmo de rodagem de um filme por ano.


"Morre Manoel de Oliveira, o mítico cineasta com 90 anos de carreira", titulou o diário espanhol El País, acrescentando que o realizador português "parecia ter superado a morte".


O francês Libération noticia o desaparecimento de Oliveira e recorda, em vídeo, uma "sexy dance" do cineasta em 2008, aos 99 anos, com o coletivo Sweet & Tender Collaborations, bem como uma entrevista, em 2002, em que Manoel de Oliveira relatou, através de datas importantes, a sua vida de homem e cineasta e uma visita guiada à sua "cidade-musa", o Porto.


Também o Le Monde destaca a morte do realizador português centenário, sublinhando que "ele era o decano dos cineastas em atividade".


"Morreu o grande realizador Manoel de Oliveira. Tinha 106 anos", escreveu o diário italiano La Repubblica, classificando-o como "um dos mais importantes de Portugal e do cinema mundial".


"Agustina não gosta dos meus filmes"
Outro jornal italiano, o La Stampa, noticia o falecimento do cineasta, precisando que "a sua última obra foi a curta-metragem 'O Velho do Restelo', apresentada em 2014 no Festival de Veneza", e que "desde a sua primeira película, em 1931, realizou mais 50 filmes, a maioria dos quais depois dos 60 anos".


O belga La Libre.be também destacou a morte de Oliveira, juntando à notícia um vídeo de uma ovação de pé ao cineasta na edição de 2010 do Festival de Cannes.


O canadiano La Presse, o checo Blesk, o holandês NU.nl, o sueco HD e os alemães Augsburger Allgemeine e Die Presse também noticiaram o óbito do cineasta português tratado por "mestre", bem como os brasileiros Folha de S. Paulo e Estadão, este último abordando também a relação de Oliveira com a escritora Agustina Bessa-Luís, cujas obras serviram de ponto de partida para alguns dos seus filmes "Francisca", "Party", "Vale Abraão", caracterizando-a como "uma relação de amor e desprezo", marcada "por um respeito profundo".


A propósito, Manoel de Oliveira chegou a dizer: "Agustina não gosta dos meus filmes porque ela tem a cabeça muito dura".


Outro diário brasileiro, o carioca Globo, indicou que Oliveira "morreu de parada cardíaca" em sua casa, no Porto, e descreve-o como "o cineasta mais longevo do mundo", que "dirigiu 62 filmes, entre longas e curtas", e tinha "84 anos de carreira como diretor e 47 prémios no currículo".

Manoel de Oliveira imprensa internacional
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