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Correio da Manhã

Cultura
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Invicta vê Cinema Invisível

Exibir filmes que nem sempre têm espaço nas salas de cinema convencionais mas para os quais existe público, é a proposta do Cinema Invisível, projecto criado por quatro pessoas, em Novembro, no Porto.
2 de Janeiro de 2005 às 20:41
“Faltam alternativas no Porto. Não se vê outro tipo de cinema senão o comercial. Não há estéticas diferentes”, explicou à agência Lusa Abel Pinto, um dos mentores do projecto, que deverá arrancar oficialmente em Fevereiro.
Até lá, os organizadores esperam receber filmes de autores portugueses ou estrangeiros, curtas ou longas-metragens, ficção, documentário, experimental ou animação em suporte digital ou videográfico. As sessões decorrerão no Bar Pinguim, um espaço com três pisos e uma sala com capacidade para 40 espectadores.
Além de dar visibilidade a linguagens cinematográficas menos convencionais, a plataforma quer desdobrar-se em debates e oficinas no Círculo Operário do Porto, outros dos locais cúmplices do projecto, e fazer parcerias com festivais de cinema.
Plataforma sem fins lucrativos, Cinema Invisível é sobretudo um projecto de realização pessoal para os fundadores – Abel Pinto, Artur Silva, Bernardo Camisão e José Cunha –, todos com ligações a actividades culturais.
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