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Correio da Manhã

Cultura
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Jackson morreu por overdose

A investigação policial às causas da morte do rei da pop já terminou e o relatório determina que esta se deveu a uma "intoxicação aguda" do medicamento Propofol por injecção intravenosa "realizada por outra pessoa".
12 de Janeiro de 2010 às 00:30
Relatório da investigação refere “intoxicação aguda” por Propofol
Relatório da investigação refere “intoxicação aguda” por Propofol FOTO: Stefan Wermuth/Reuters

Uma cópia do documento de duas páginas foi publicada no site do jornal britânico ‘News of the World’ e, segundo a fonte, a Procuradoria vai acusar o médico Conrad Murray de "homicídio involuntário".

O médico do cantor já contratou um novo advogado para se defender. De acordo com informações avançadas pelo site TMZ – o primeiro a revelar dados sobre a morte de Jackson, ocorrida a 25 de Junho – o causídico agora contratado, J. Michael Flanagan, é "provavelmente o único advogado da cidade que teve sucesso num caso que envolva Propofol e morte". Em 2004, Flanagan conseguiu a absolvição de uma enfermeira acusada do mesmo crime e pelo mesmo erro que o médico de Jackson.

O relatório da morte do cantor agora divulgado não deixa margem para dúvidas. Recorde-se que no anterior documento, divulgado a 7 de Julho, o juiz Cheryl MacWillie não especificara a causa da morte. O novo texto, redigido pelo médico legista Christopher Rogers, confirma as suspeitas: morte por overdose de Propofol.

Uma fonte da família de Michael Jackson, citada pelo jornal, refere ainda a surpresa face a todo o secretismo que tem envolvido a investigação: "Queremos que as autoridades divulguem os detalhes do que se passou com Michael nas últimas horas da sua vida. A maior parte da informação permaneceu em segredo e não percebemos porquê."

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