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Correio da Manhã

Cultura
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Lágrimas e abraços na despedida de Dina

Só os familiares e os amigos mais próximos puderam despedir-se da artista no cemitério dos Olivais, em Lisboa.
Ana Maria Ribeiro 14 de Abril de 2019 às 01:30
Lágrimas e abraços na despedida de Dina
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Lágrimas e abraços na despedida de Dina
Lágrimas e abraços na despedida de Dina
Lágrimas e abraços na despedida de Dina
Um funeral discreto, como o quiseram amigos e familiares de Dina, teve lugar ontem à tarde no cemitério dos Olivais, em Lisboa.

A cantora – falecida na quinta-feira à noite, aos 62 anos, vítima de fibrose pulmonar – foi velada na capital na sexta, na Igreja Paroquial de São Tomás de Aquino, onde acorreram artistas de várias áreas para lhe prestarem homenagem, mas o funeral foi atempadamente anunciado como "reservado".

Só a família e os amigos mais próximos de Ondina Veloso, nascida a 18 de junho de 1956 em Carregal do Sal, puderam ter, entre lágrimas e abraços, a última despedida à artista que Portugal para sempre recordará como a intérprete de ‘Há Sempre Música Entre Nós’ e ‘Pássaro Doido’, só para lembrar alguns dos maiores êxitos de uma carreira cheia deles.

Entretanto, na página oficial da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa apresentou condolências à família de Dina e evocou uma carreira que começou ainda na década de 70, mas que se tornaria pública aquando da sua primeira participação no Festival da Canção, em 1980, no qual ganhou o Prémio Revelação com o tema ‘Guardado em Mim’.

A compositora e cantora despediu-se oficialmente dos palcos em 2016, dez anos depois de lhe ter sido diagnosticada a sua doença, com o espetáculo ‘Dinamite’, assim chamado para evocar o seu álbum de estreia, lançado em 1982.

Uma dezena de músicos portugueses esteve com ela nesta festa de celebração.
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