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Correio da Manhã

Cultura
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Leya dá 20 mil livros

Se alguém, de repente, lhe oferecer um livro, não estranhe. Assinala-se hoje o Dia Mundial do Livro e entre lançamentos de novos títulos, sessões de leitura, debates e exposições, o Grupo Leya vai distribuir gratuitamente 20 mil livros nos transportes públicos – Carris, Metro, CP e Transtejo.
23 de Abril de 2013 às 01:00

Uma espécie de presente aos leitores e que abrange "todos os géneros de livros", conforme explica ao CM José Menezes, porta-voz da Leya.

"Vamos entregar desde livros infantis e banda desenhada até à grande literatura lusófona ou às coleções do fantástico. No fundo, a seleção espelha toda a gama de livros que publicamos – nada faltará", afirma.

Já a APEL – Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, juntou-se este ano à Câmara Municipal de Lisboa na iniciativa ‘Ler em Todo o Lado’, para já centrada apenas nas livrarias e bibliotecas da capital mas que para o ano tenciona espalhar-se a todo o País. A animação vai assumir várias formas (ver pormenores) e servir para aguçar o apetite para a edição deste ano da Feira do Livro, que decorre entre 23 de maio e 10 de junho.

"O importante é pôr mais gente a ler", diz Pedro Pereira da Silva, vice-presidente da APEL e diretor da Feira, que diz que "em tempo de crise", a leitura é "mais importante do que nunca".

"A nós, editores, não nos chateia constatar que um fenómeno como ‘As 50 Sombras de Grey’ é o livro mais lido dos últimos anos", garante. "Os bestsellers têm a potencialidade de criar novos leitores e é isso que nos interessa", diz, garantindo não estar assustado com a crise.

"Temos sempre esperança: os livros permitem-nos viajar, sonhar e aprender", conclui.

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