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Correio da Manhã

Cultura
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Mad Max: velocidade ainda mais furiosa

Ação de ‘Estrada da Fúria’ renova saga apocalíptica.
Rui Pedro Vieira 14 de Maio de 2015 às 10:44
Trailer de 'Mad Max'

O futuro será o caos. Por isso, abrace-se o caos. Foi o que decidiu fazer o realizador George Miller, 36 anos depois da estreia do filme australiano original (1979). De novo excessivo, visceral e muito violento, ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, que chega amanhã às salas, reabilita o culto de uma ação futurista e apocalíptica, mas agora abraçando (e bem) os efeitos 3D, permitidos por um orçamento de quase cem milhões de euros.

Com prego a fundo no acelerador, a trama segue as premissas da trilogia original, mas a condição de Miller voltar à saga foi a de a reinventar, fugindo à lógica tradicional do remake. O herói é de novo Max, com Tom Hardy a herdar o papel que deu fama a Mel Gibson, sem se perder o sentido tétrico original.

O ponto forte desta renovada ‘Estrada da Fúria’, filmada na Namíbia e com mais ação do que diálogos, é Charlize Theron. A atriz é uma guerreira de cabelo rapado e sem um braço, que vai proteger as mais férteis das mulheres, outrora nas garras do vilão Immortan Joe (vivido por um regressado à boa forma Hugh Keays-Byrne).

O resultado é impróprio para mentes sensíveis e deixa antever mais sequelas, com três novos filmes já confirmados. O futuro será muito negro e a velocidade mais furiosa do que nunca.
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