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Correio da Manhã

Cultura
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Mão Morta escaldantes no Lisboa ao Vivo

Grupo bracarense levou à sala Lisboa ao Vivo as canções do último disco ‘No Fim Era o Frio’.
Pedro Rodrigues Santos 12 de Outubro de 2019 às 17:15
Mão Morta escaldantes no Lisboa ao Vivo
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‘No Fim Era o Frio’ mas o calor que esta sexta-feira se sentiu no Lisboa ao Vivo na apresentação do novo disco dos Mão Morta quase que tornou irónico o título do registo.

Numa sala a rebentar pelas costuras, o grupo bracarense ofereceu uma noite intensamente memorável, à semelhança do que já tinha acontecido no Hard Club do Porto, no penúltimo dia de Setembro.

Com o concerto dividido em duas partes, a primeira foi dedicada apenas às 11 canções que constituem o alinhamento de ‘No Fim Era o Frio’.

Quase sem intervalos entre os temas para ouvir os aplausos, Adolfo Luxúria Canibal apresentou-se de forma solta a debitar as letras duras e secas de um trabalho que mexe até com os mais desatentos.

Na audiência, ninguém desconhecia as canções mas talvez tenha sido surpreendido pelo entrosamento dos vários instrumentos, num caos controlado.

Após um intervalo de 15 minutos para recuperar as forças, o sexteto regressa ao palco para atacar alguns dos temas que ajudaram a construir uma carreira iniciada em 1984.

‘Pássaros a Esvoaçar’ dá o mote à segunda parte da atuação, para logo se dar uma explosão ao som de ‘Sitiados’.

Foi aqui que começou a "história" discográfica do grupo com ‘Mão Morta’, em 1988, e esse passado nunca foi renegado.

Por esta altura, a populaça tentava "abanar-se" entre "apertos" mas o espaço na sala era nulo.

Nada que importasse entre as pisadelas sentidas. O momento era de profunda comunhão dos fãs com o grupo, reflectido ‘Barcelona (Encontrei-a na Plaza Real)’, ‘Bófia’, ‘1º de Novembro’ ou ‘E se Depois’.

Faltou o clássico ‘Oub’ Lá’, sem dúvida, mas estavam preparadas outras duas relíquias para o ‘encore.

Com ‘Lisboa (Por Entre as Sombras e o Lixo)’ e ‘Anarquista Duval’, a noite foi encerrada em tom quase caótico, algo nada de anormal nos concertos de Mão Morta.

A banda segue a 31 de outubro para o Cineteatro Louletano, em Loulé, para a 9 de novembro voarem até Esch-sur-Alzette, no Luxemburgo.

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